quinta-feira, 27 de junho de 2013
Coluna Jornal de Piracicaba - Prof. Esp. Rogério Cardoso - Caderno Bem Viver
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Autofagia induzida por exercício físico recicla células e previne diabetes

Fonte:ig.com.br
"Sistema de reciclagem" das células, que faz com que elas se adaptem a mudanças nas demandas de energia e de nutrição, só havia sido observado em situações de fome e estresse.
Pesquisa realizada em camundongos mostrou que o exercício físico induz a um "sistema de reciclagem" das células, que faz com que elas se adaptem a mudanças nas demandas de energia e de nutrição. O processo chamado de autofagia acaba por proteger diversos órgãos, entre eles o coração.
“Ficamos muito animados com a descoberta de que 30 minutos de exercício induz fortemente a autofagia em diversos órgãos, entre eles músculo, coração, fígado, pâncreas e tecido adiposo. Antes deste trabalho, somente fome e estresse eram conhecidos como grandes indutores de autofagia”, disse Congcong He, do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas.
Os pesquisadores realizaram o estudo com dois tipos de camundongos. Um deles foi modificado pelos pesquisadores e não era capaz de realizar a autofagia, o segundo tipo não tinha sofrido modificações. O estudo mostrou que os camundongos que não realizavam autofagia eram incapazes de emagrecer após oito semanas de exercícios. Além disso, os camundongos modificados não conseguiram se exercitar durante tanto tempo quanto seus pares “normais”.
“Isso acontece possivelmente devido a defeitos nos caminhos de sinalização celular que regulam a tomada e o metabolismo da glicose quando se faz exercício. Essas descobertas ilustram o papel importante da autofagia na mediação de benefícios ao metabolismo que não eram ainda conhecidos”, afirmou He.
O estudo também concluiu que o exercício tem papel importante na prevenção de diabetes. “Com base no estudo é possível dizer que a diabetes tipo 2, ao menos em camundongos, pode ser bem prevenida mediante exercício diário, mesmo com uma dieta com muita gordura. Nosso estudo ajuda a desenvolver o conceito de que aumentando a atividade de autofagia em geral pode ser benéfico para combater resistência à insulina, obesidade e complicações metabólicas relacionadas a ela.”
Os pesquisadores querem agora desenvolver molécula que possa “substituir” o exercício. “Nosso sonho é achar um composto que induza a autofagia e possa ‘mimetizar o exercício’ para que possamos aplicá-lo em pessoas que estejam fisicamente confinadas e não possam se exercitam sozinhas. Nosso laboratório está, neste momento, caracterizando um reagente sintético que é capaz de induzi-la in vitro e in vivo”, explicou He.
O trabalho, que foi publicado no periódico científico Nature, também sugere que a ativação da autofagia pode estar conectada a outros benefícios para a saúde relacionada a exercícios diários como proteção do sistema cardiovascular, efeitos anticâncer e extensão do tempo de vida.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Mulheres que correm são mais felizes

Fonte: saudeparaelas.terra.com.br/noticias/bem-estar
Você sabia que mulheres que correm são mais felizes? Isso acontece porque atividades físicas aeróbicas como a corrida promovem aumento na produção de endorfina dentro do cérebro, substância que produz a mágica sensação de bem-estar. Mas não é só isso. Além do efeito prazeroso, trotar por aí, em especial ao ar livre, aprimora funções da memória, fortalece o sistema imunológico e retarda o envelhecimento.
Em resposta ao estímulo da atividade física, outro hormônio presente no cérebro – a anandamida – também entra em produção, sendo responsável por reações de relaxamento e felicidade. “Vale ressaltar que o aumento do nível de endorfina favorece o bom astral até nos relacionamentos afetivos”, diz João Ricardo Cozac, presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte.
Além dos estímulos aos “hormônios do bem-estar”, são muitos os benefícios que a prática da corrida pode fazer por corpo e mente. Além da tradicional perda de peso e da tonificação dos músculos, desejo de qualquer mulher, correr ainda melhora a postura corporal, aumenta a libido e turbina a autoconfiança.
Confira, a seguir, os detalhes de cada benefício proporcionado pela corrida.
Quilos a menosVocê pode perder bons quilinhos com a corrida. “Em uma hora de corrida, é possível queimar até 800 calorias”, revela Carlos Ventura, preparador físico especializado no esporte e autor dos livros “Corredor de rua” e “Aprendendo a Correr”. Como resultado, a mulher se sente mais bonita e mais feliz. Além disso, correr afina a cintura, elimina gorduras e reduz as chances da formação de celulite, porque estica a epiderme.
Tonificação dos músculosA prática da corrida ainda dá um impulso na autoestima e na relação da mulher com o próprio corpo, já que tonifica os músculos, principalmente aqueles entre a panturrilha e a coxa, deixando as pernas mais definidas e atraentes.
A panturrilha (ou batata da perna) é uma das primeiras regiões afetadas pela atividade, ficando mais torneada. A corrida ainda contribui para o endurecimento dos glúteos, quando praticada junto à ginástica.
Postura corporalÉ preciso manter boa postura para que a corrida melhore o condicionamento físico e não atrapalhe o desempenho do corredor. Com a prática prolongada, o hábito se torna usual no dia a dia, trazendo benefícios de longo prazo. Por isso, quem pratica a corrida sofre menos de dores nas costas. “Na prática, o corredor aprende a manter a cabeça erguida, os ombros relaxados e os braços descontraídos”, ensina Carlos.
Libido em altaApós meia hora de corrida, as mulheres aumentam a produção de testosterona, hormônio que desperta sensação de desejo, melhora a função sexual e traz autoconfiança. Ao fortalecer músculos dos quadris, quem corre também suporta maiores cargas físicas durante o sexo, o que gera maior satisfação e autoestima. “A mulher se sente mais disposta e atraente devido à liberação de serotonina, que aguça o prazer de modo geral, fazendo com que ela se veja de outra forma”, explica Dra. Luciana Menezes, psicóloga da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (SPRGS).
Mais autoconfianteApós semanas de uma rotina atlética, a mulher ativa mantém um volume de hormônios do bem-estar acima da média no cérebro, presenciando períodos mais extensos de bom humor e conforto. Dra. Luciana diz que o exemplo mais positivo da corrida é que ela permite contato com o limite e a superação. “Mulheres atletas levam este exemplo para sua vida profissional. Superam desafios do trabalho com a mesma fibra que batem metas da corrida.”
História de felicidadequarta-feira, 14 de setembro de 2011
ESPORTE NÃO COMBINA COM SOFRIMENTO, DIZ NUNO COBRA*

Fonte:www.caasp.org.br
Praticar esportes é saudável? A resposta pode ser negativa, segundo Nuno Cobra, um dos preparadores físicos de maior prestígio no mundo. O exemplo da prática esportiva nociva se baseará no caso hipotético de um advogado de 50 anos, sedentário há 30 e que deseja voltar aos exercícios. Como ele deve proceder? O retorno deve ser paulatino e baseado no que Cobra chama de “equilíbrio de oxigênio”. Se o retorno ao esporte for mal feito, os riscos serão enormes.
“A máquina humana se atrofia com o desuso”, sentencia o profissional responsável pelo condicionamento físico de tantos campeões, entre os quais Ayrton Senna, Gil de Ferran e Mika Hakkinen, no automobilismo, e Jaime Oncins, Cássio Motta e Patrícia Medrado, no tênis. A retomada do uso dessa máquina exige cuidados. Usualmente, personal trainers e professores de academia são adeptos de uma estratégia baseada na “agressão”, termo adotado por Nuno Cobra para descrever situações como esta: “Nosso advogado está correndo no Parque do Ibirapuera com a respiração totalmente descontrolada. O treinador está ao seu lado, aos gritos de ‘vamos lá, seu frouxo’ ou coisa do gênero. Tal trabalho é uma agressão ao organismo, pois cria um débito de oxigênio”.
A conduta defendida por Cobra é totalmente diferente e leva em conta que o advogado em questão passou três décadas parado. “Futuramente, nosso advogado vai correr muito, mas como resultado da melhoria de sua eficiência cardiovascular, mantendo uma frequência cardíaca saudavelmente baixa. É preciso que fique claro que a corrida não será resultado do seu sacrifício, do seu sofrimento – se o for, estará sendo criada uma hipertrofia prematura do miocárdio”, adverte.
Ciente disso, o advogado cinquentão pode ser seu próprio treinador. “A orientação que eu dou ao indivíduo é que comece fazendo caminhadas e notando a respiração, pois a respiração é porta-voz do coração”, sugere Nuno Cobra. “Se a respiração estiver confortável, isso mostra que a pessoa está em equilíbrio de oxigênio, e não em débito de oxigênio. A caminhada tem de ser sistemática e agradável, não pode haver sofrimento”.
A respiração acelerada – portanto, em débito de oxigênio – é responsável por lesões e até mesmo acidentes fatais. É perigoso praticar modalidades esportivas competitivas em tal condição. Conforme explica Cobra, para voltar aos torneios que tanto apreciava aos 20 anos o advogado de 50 precisa antes alcançar o chamado lastro cardiovascular, perdido com a inatividade física, o estresse, o excesso de peso e outros fatores. “Se o nosso advogado for jogar tênis, por exemplo, as corridas em alta velocidade e curtíssimos espaços de tempo lhe causarão pequenos débitos de oxigênio que se acumularão durante a partida, causando um grande débito no final. Com o futebol, acontece a mesma coisa: a alimentação de oxigênio é pequena e o gasto é grande. Se ele não desenvolveu lastro cardiovascular, está sob grande risco”, salienta, e ressalva: “Nosso advogado poderá praticar qualquer esporte competitivo quando conseguir fazê-lo mantendo a frequência cardíaca sob controle”.
Aos adeptos do esporte competitivo exclusivamente aos fins de semana Nuno Cobra não reserva boas palavras. “Praticado uma vez por semana, o esporte representa um risco concreto ao coração”, alerta. O autor de “A Semente da Vitória”, livro que se encontra na 90ª edição, afirma que o adepto de atividade esportiva ocasional não tem seu coração devidamente estruturado. “O sujeito tem de caminhar, equilibrar a circulação sanguínea, a ventilação pulmonar, aumentar o calibre das artérias para, quando for dedicar-se a um esporte competitivo, não ter seu coração tão exigido, tão sacrificado. O espírito da competição esportiva é bom, é uma catarse, ajuda a diminuir o estresse. Mas, se a pessoa não tem base para isso, torna-se perigoso”.
Músculos
Massa muscular abundante e de aspecto definido é sinônimo de beleza pelos padrões atuais. Mas o físico “bombado” não é garantia de boa saúde e, às vezes, nem de força física. Nuno Cobra ressalta a diferença entre a força real, que se obtém por meio da ginástica natural (barras, flexões de braço, abdominais, por exemplo), e a massa muscular excessiva, que se ganha mediante exercícios com peso extra (“puxar ferro”) e outros subterfúgios. “Esses indivíduos com braços e peitos enormes são resultado de um trabalho exagerado e, muitas vezes, acrescido de algum tipo de anabolizante, que vêm sendo, desgraçadamente, muito consumidos nas academias. Seus efeitos colaterais são terríveis: esterilidade, câncer de fígado e de rim e outros problemas”, condena. Além do que, relata Cobra, não fortalecem coisa nenhuma: “Eu realizei uma pesquisa nesse campo e constatei que toda aquela massa não significa força. Muitas vezes você coloca o sujeito numa barra e ele não consegue levantar o próprio corpo”.
A carreira futebolística do craque Ronaldo é exemplo de má aplicação de musculação. As seguidas lesões nos joelhos do Fenômeno não foram fatalidade, e sim decorrência do extraordinário ganho de massa muscular que lhe foi imposto. “O que aconteceu foi que ele era um jogador magrinho, que se deslocava como um raio, e o puseram para fazer musculação artificial, com peso. Deram-lhe uma massa muscular muito grande e um peso enorme. A partir daí, seus deslocamentos acarretaram tamanha sobrecarga que os joelhos não suportaram. As contusões nos joelhos do Ronaldo foram consequência de um trabalho fisicamente errado”, acusa Nuno Cobra.
O caso de Ronaldo Fenômeno, para Cobra, é uma demonstração de que o futebol, em termos de preparação física, é um esporte atrasado. A recente desclassificação da Seleção Brasileira na Copa América confirmaria essa opinião. “Por que o Brasil, cheio de talentos, perdeu a Copa América? Porque numa competição de alto nível não se pode concentrar todas as responsabilidades na figura do técnico. São necessários preparadores físicos que saibam atuar como motivadores, que façam com que os atletas rendam o máximo”. Ele aproveita para comentar o momento atual, em que o país se prepara para sediar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada: “Se o governo brasileiro tivesse consciência, deixaria de realizar a Copa e usaria o dinheiro par fazer praças, parques, pistas de atletismo. É tudo uma grande incoerência, principalmente quanto à Olimpíada, pois neste país nunca ninguém se preocupou em apoiar os esportes olímpicos”.
sábado, 10 de setembro de 2011
Comer mais emagrece!
Se você ainda não sabe o porquê do seu corpo armazenar gordura, vou explicar de maneira simples, pois o corpo necessita de energia, e a gordura é a melhor fonte de energia. 1 grama de gordura possui 9 calorias, e isso é mais do que as calorias das proteínas e dos carboidratos.
Ou seja, ficar sem comer por horas não fará você emagrecer, e sim fará com que o corpo estoque ainda mais a gordura, e para que isso não aconteça é necessário comer mais, e o comer mais não é em quantidade e sim em qualidade, e ai vai uma boa noticia: Os alimentos nutritivos tem baixa caloria, ou seja, se você se alimentar da forma certa pode comer em mais quantidade os alimentos de qualidade, entendeu?
PORÉM, todo mundo sabe que ninguém é de ferro, e comer é uma das coisas mais gostosas que existem, mas é lógico, para ter um bom resultado no seu processo de emagrecimento é necessário dedicação e também uma boa recompensa, se você se alimentar de forma correta durante a semana, não tem problema tirar um dia para comer algumas coisas sem se preocupar com as calorias. Mas nada de abusar ok?
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
3ª Corrida Gazeta de Piracicaba
Obs: Veja mais fotos no facebook através do link: http://www.facebook.com/pages/FIT-LABORE-ASSESSORIA-ESPORTIVA/194108110629049
terça-feira, 12 de abril de 2011
Bem-estar , exercício e emagrecimento!

terça-feira, 5 de abril de 2011
O que faz o “colesterol bom” ser tão bom?

Fonte: discoverybrasil.com
O colesterol bom pode proteger as pessoas de doenças cardiovasculares, e pesquisadores da Universidade de Cincinnati acreditam ter descoberto a razão.
O trabalho, publicado no períodico Nature Structural & Molecular Biology, descreve em detalhes uma análise de lipoproteínas de alta densidade (HDLs) em nível molecular.
Diferentemente do HDL, as proteínas de baixa densidade (LDL), mais conhecidas como “colesterol ruim”, podem revestir as paredes das artérias e endurecê-las. Ao longo do tempo, esse endurecimento pode aumentar o risco de doenças do coração e infartos, segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Já o HDL transporta gorduras para o fígado e outras partes do corpo para que possam ser eliminadas, combatendo o colesterol ruim na corrente sanguínea.
Ao estudar o HDL isolado em plasma sanguíneo, os cientistas descobriram que uma proteína específica do “colesterol bom” –a apolipoproteína A-I– provavelmente é responsável por seus benefícios à saúde. Essa proteína ocupa a maior parte da superfície do HDL e pode influenciar na interação da lipoproteína com outras moléculas.
A equipe também descobriu que a estrutura do HDL se dobra e se adapta ao absorver mais gordura. As descobertas ampliam a compreensão dos cientistas sobre o colesterol e podem levar ao desenvolvimento de drogas que aumentem o HDL para combater os efeitos negativos do colesterol ruim no corpo.
Evidentemente, as pessoas podem aumentar o colesterol bom ao perder peso, praticar exercícios, não fumar e consumir gorduras mais saudáveis, medidas também aconselhadas para reduzir o LDL, segundo a Clínica Mayo.
Em geral, os médicos recomendam que pessoas acima dos 20 anos façam exames a cada cinco anos para verificar o perfil de lipoproteínas e monitorar os níveis de colesterol – tanto o bom como o ruim.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Exercício físico pode tornar pacientes com câncer mais saudáveis

A atividade física beneficia os pacientes psicologicamente e atenua os efeitos colaterais durante e após o tratamento
Pacientes com câncer de mama e de próstata que praticam exercício físico durante e após o tratamento da doença têm uma melhor qualidade de vida e ficam menos cansados, de acordo com os pesquisadores do Hospital Henry Ford, nos Estados Unidos.
"Usar o exercício físico como uma abordagem para o tratamento do câncer tem o potencial de beneficiar pacientes fisicamente e psicologicamente, bem como atenuar os efeitos secundários do tratamento", disse a autora do estudo, Eleanor M. Walker.
"Além disso, o exercício é uma ótima alternativa para os pacientes combaterem a fadiga e as náuseas, que podem interferir com medicamentos e com a quimioterapia durante o tratamento do câncer", acrescentou ela.
Para avaliar como exercer impactos nos pacientes com câncer, Walker e seus colegas desenvolveram um programa exclusivo chamado ExCITE (Terapias e Educação Integrativa do Câncer e do Exercício).
ExCITE trabalha com pacientes que estão recebendo o tratamento do câncer e cria programas de exercícios individualizados. Alguns pacientes se exercitam em um dos centros Henry Ford de treino, enquanto outros têm planos que lhes permitem se exercitar em casa, durante as várias etapas do seu atendimento.
O grupo de estudo, até agora, inclui 30 pacientes com câncer de mama e 20 pacientes com câncer de próstata, todos na faixa etária de 35 a 80 anos. Todos tinham sido diagnosticados recentemente, quando começaram o ExCITE. O estudo acompanhou os pacientes durante e um ano e após a conclusão do tratamento do câncer.
Antes de iniciar o programa de exercícios, cardiologistas mediram a capacidade dos pacientes para a prática de atividades, sua força muscular e resistência.
A recomendação de exercícios e dietas para cada paciente baseou-se em suas tolerâncias para o exercício, seus peso, saúde geral, e o tipo de tratamento do câncer que iria receber. A acupuntura foi usada para pacientes que experimentaram dor, náuseas, vômitos, insônia e neuropatia, como resultado do tratamento do câncer.
Através de uma combinação de exercícios, acupuntura e uma boa alimentação, alguns pacientes não experimentaram os mais comuns efeitos colaterais do tratamento - náuseas, fadiga e problemas com a memória.
"ExCITE oferece a pacientes com câncer de uma nova maneira de abordagem de seu tratamento do câncer, adaptando um exercício específico de rotina para se adequar às necessidades do paciente, se é de recuperação após a cirurgia, ou para melhorar a circulação e melhorar o sistema imunitário antes da quimioterapia ou radioterapia", disse Cheryl Fallen, paciente que participou do estudo.
"O programa faz você se sentir melhor sobre si mesmo. É um apoio positivo para pacientes com câncer, e eu realmente acho que me permitiu ser mais produtiva durante meu tratamento", concluiu a paciente.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Atividade física reduz vontade de se alimentar
Fonte: Folha.com
Um estudo brasileiro realizado com roedores revelou mais um bom motivo para que obesos pratiquem exercícios físicos. Além de queimar calorias, a atividade reduz a vontade de comer.
Isso acontece porque os exercícios recuperam o funcionamento dos hormônios insulina e leptina, essenciais para a sensação de barriga cheia após uma refeição.
O excessivo consumo de alimentos, aliado à falta de atividades físicas, desencadeia uma forma invisível de inflamação (sem dor ou vermelhidão), mas cujos mecanismos são parecidos com os de uma inflamação normal.
Cientistas da Unicamp investigaram como o exercício afetaria essa inflamação ligada à obesidade. Para isso, estudaram o hipotálamo, região do cérebro que monitora aquisição e gasto de energia.
Os pesquisadores descobriram que ratos obesos passaram a comer nos mesmos níveis que seus colegas esbeltos após nadarem algumas horas em uma piscina.
A queda no apetite foi diretamente ligada à maior resposta do hipotálamo a doses de insulina e leptina dadas pelos cientistas aos bichos.
"O exercício físico agudo recupera a condição inicial do organismo e pode ser usado para regular o sistema de saciedade", diz Eduardo Ropelle, primeiro autor do estudo, publicado hoje na revista científica "PLoS Biology".


