sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Coluna do Caderno Bem Viver do Jornal de Piracicaba- Reduzindo o percentual de gordura
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Mulheres, Homens e a maldita gordura na barriga!
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![]() Caros amigos fitlaborianos, Véspera de feriado, amanhã será dia do trabalho, no meio da semana, mas muitas pessoas estarão colocando o pé na jaca, como já ouvi por ai! Não se preocupe, mas não faça disso um hábito, senão, senão...ai ai ai... vem aquela gordurinha na barriga, aquela que você quer tanto se livrar! Mas não fique assim, hoje irei falar sobre ela, esta lazarenta, como falam aqui em Piracicaba! Se fosse no Rio de Janeiro, minha terra Natal, seria esta merda! kkkk Desde os primórdios de nossa existência, armazenamos gordura corporal. As mulheres mais do que os homens, por causa do estrogênio. A gordura da barriga pode ser dividida em duas partes: a subcutânea e a intra abdominal. A subcutânea é aquela que esta sob a pele. A intra abdominal é aquela que esta por trás da parede abdominal e entre os órgãos. Devemos saber esta diferença que é importante. Vamos falar mais das mulheres, mas que serve também para os homens, em uma escala um pouco menor, por causa do estrogênio, mas que também acontece com eles. Muitas mulheres que possuem muita gordura subcutânea tendem a ter problemas com o cortisol. Conhece ele? O famoso hormônio do estresse. Este hormônio pode causar bastante problemas e gerar efeitos negativos no seu corpitcho. É importante controlar a sua ingestão de açúcar ou carboidratos de alto índice glicêmico, sabe por que? Quanto maior a sua ingestão, maiores serão os picos de insulina, e maiores serão os picos de cortisol. Se fizer o contrário o efeito será reverso, menos açúcar, menos pico de insulina e menos pico de cortisol! Beleza? Mulheres muito estressadas, e com muita gordura na barriga, sofrem pela falta de sono a noite. No final do dia, quando os níveis de cortisol deveriam ser mais baixos, pois você deveria estar se acalmando, do ponto de vista fisiológico, estas pessoas possuem dificuldade de desacelerar, por causa dos ritmos impróprios de cortisol, pois estão elevados demais, aumentando a dificuldade de dormir e aumentando a retenção na barriga de gordura. Tem mulheres que tem dificuldade de acordar cedo, e elas também tem problemas com o cortisol. Uma maneira de elas se sentirem bem é fazendo exercício pela manhã, como uma corrida. O treinamento aeróbico ajuda no controle das glândulas supra renais, e por isso, controlam melhor o cortisol, e sentem menos sono durante o dia e acabam controlando o sono melhor a noite. Se torna viciante, e conheço uma penca de pessoas assim! Com isso o ritmo do cortisol tende a voltar ao normal e por isso, pessoas que fazem exercício se sentem mais bem dispostas também. Como se livrar da gordura subcutânea na barriga e controlar o cortisol
Tem uma estudo americano que diz que reduzindo-se os grãos a não ser o arroz integral, melhora-se bastante a inflamação. Existem por ai vários testes alimentares, mas eliminando os principais fatores, você já pode ter um bom começo. Os alimentos que mais inflamam, acredite.... glúten, laticínios e ovos. Acreditou? É verdade! Como se livrar da gordura intra abdominal na barriga e controlar o cortisol
Que tipo de resultado quer ter? Sei que não é fácil fazer um monte de coisas que citei ai acima. Para alguns, isso já faz parte da rotina, para outros, será bem difícil Tão importante quanto os exercícios e musculação, corrida etc... para uma barriga seca e livre de gordura, a dieta é primordial para que isso aconteça. Diz um ditado que o abdômen definido é construído na cozinha. Não se engane achando que fazendo 1000 abdominais por dia vai ter o tanquinho. Se algum professor falar ao contrário, estará te enganando. Se você quer alcançar este abdômen livre de gordurinhas, com uma boa orientação de exercícios e métodos eficazes de treinamento, pode nos procurar. Me mande um email rogerio@fitlabore.com.br ou me adicione no facebook (ROGERIO CARDOSO DE BARROS). Já ajudei algumas pessoas neste quesito, tenho vários alunos no qual ajudo neste sentido, mas lembre-se, não adianta nada eu colocar o melhor método do mundo, com as pesquisas mais recentes, se não fizer o dever de casa. Terei o maior prazer em lhe ajudar! Comprometidos com o seu sucesso! Prof. Esp. Rogério Cardoso Cref:91020 G/SP Especialista em Treinamento Desportivo, Geriatria e Gerontologia e Saúde Receita de Hoje Galera, peguei esta receita com um amigo meu do Rio de Janeiro, que faz Corrida de Aventura e cansado de gastar maior grana com barras de cereais nas corridas, decidiu fazer esta aqui e falou que é bem legal. Ainda não fiz, mas quem fizer, me diga ai o que achou! E é natureba! ![]() Ingredientes: 1 xícara de gergelim integral branco 1 xícara de fibra de trigo integral fina (farelo) 1 xícara de flocos de centeio integral (pré-cozidos) 1 xícara de passas de uva passa preta sem semente 1 xícara de castanha de caju torrada, salgada e picada 2 xícara de aveia integral em flocos finos 2 xícara de açúcar mascavo 1 xícara de água 1 xícara de melado de cana Modo de preparo: Ferva a água, açúcar e o mel até obter ponto de fio. Coloque por cima dos ingredientes secos, misture, coloque em uma forma, abra e coloque em um plástico, molde, retire o plástico e corte as barrinhas. Embale em papel celofane. Rendimento: 30 barras tamanho padrão |
quinta-feira, 21 de março de 2013
Qual o tipo de exercício que queima mais gordura?
Qual o tipo de exercício que queima mais gordura
Uns dizem uma coisa, outros .... sei lá.....
Caros amigos fitlaborianos,
Neste final de semana ocorreu a 1ª Maratona de Revezamento aqui em Piracicaba. Foram 1200 pessoas em busca de sua superação, saúde, e emagrecimento. Pessoas na sua grande maioria, entrando neste mundo da corrida. Querendo saber o que é isso, o que é aquilo, porquê as pessoas correm. Na FIT LABORE, o intuito é sempre diversão e alegria! Trabalho com saúde, e a performance vem em segundo plano. Ela vai vir, mas não irei matar ou lesionar o meu aluno para isso. Este é o foco da FIT LABORE, exercício saúde e diversão!Então, vem comigo!
E durante uma conversa com alguns alunos na corrida, veio a tona o velho e cultural dilema? Preciso correr 30 minutos para começar a queimar gordura professor?
Esta sentença é quase uma verdade absoluta ..quase...saiba que a fisiologia evoluiu, logicamente na área de saúde não existem verdades absolutas, aliás, acho que para quase nada. Vou lhe explicar o que acontece com o nosso corpo para queimar gordura. Tudo pronto? Tentarei ser simples e breve!
As evidências cientificas atuais para os modelos de perda de gordura estão indicando dois tipos de modelos para emagrecimento: o primeiro, o modelo que se chama matemático, onde uma pessoa deve consumir menos alimentos e se manter mais ativo para emagrecer , e no segundo, o modelo metabólico no qual preconizam atividade de baixa intensidade e longa duração para a queima de gordura.
Eu prefiro e trabalho sempre com o modelo matemático em para mim, é o que eu acredito mais, até o momento. Por exemplo, se uma pessoa tem uma dieta pobre em carboidratos, e não tem muito carboidrato nos músculos, o modelo metabólico já foi para o espaço, ou seja, se a fonte principal de energia é o carboidrato e você não o possui no corpo, você não precisa de 30 minutos de exercício para queimar a sua gordura.
O modelo matemático trabalha com a sua atividade, dieta, intensidade de forma que o aluno possa gostar, sem ser muitas vezes penoso. Se você possui uma dieta equilibrada, gasta de 400 a 600 calorias por treino, você estará metabolizando gordura após o seu treino, tendo o seu efeito potencializado pela musculação, que vai ajudar bastante no chamada consumo de oxigênio pós exercício. É o que já havia falado em outros artigos, a tríade perfeita; alimentação, musculação e exercícios aeróbicos são os ideais para a sua queima de gordura.
Então eu acho que para quem busca saúde e emagrecimento, sem sofrimento, deve ser abolida aquela coisa de ter um minimo de duração de atividade para a metabolização da gordura. Qualquer exercício gasta energia, logo, qualquer exercício é melhor que nenhum. Fazer um minimo de exercício é desanimador, principalmente para quem não pratica, então, ser ativo, é melhor do que nada. Mesmo que seja somente por 15 minutos.
Com base no gasto energético tanto faz fazer 30 minutos direto, ou 6x5 minutos na mesma intensidade. É uma nova forma de se pensar em exercício Será menos massante, mais motivador e o gasto calórico, desde que seja na mesma intensidade, o mesmo!
O principal é a modificação do seu estilo de vida. Nada de ser radical! Mas pense em subir mais escadas, andar mais à pé, caminhar, comer uma sobremesa menos calórica, evitar consumo de açúcar; estes são importantes parceiros para o seu emagrecimento. Poupança! Vai acumulando, e fará a diferença!
Resumindo, não é preciso ficar 2 horas na academia, achando que vai queimar todos os seus estoques de gordura.Não é assim que funciona. Tenho clientes que emagreceram 30kg somente realizando 30 minutos de aeróbico ( corrida) e 30 minutos de musculação. Logico que em um período de 1 ano. Mas trabalhando exatamente este modelo matemático. Consumindo os alimentos certos, com menos calorias, se mantendo mais ativo, o resultado será um deficit e ai, ai meus queridos, a gordura vai embora!!
Se você quiser um trabalho bem focado no emagrecimento, através da corrida ou do próprio Personal em Duplas, que esta fazendo um sucesso, entre em contato. Terei um grande prazer em lhe ajudar a conquistar seus objetivos e metas. Mande um email para rogerio@fitlabore.com.br ou acesse no Facebook Rogério Cardoso de Barros ou FIT LABORE ASSESSORIA ESPORTIVA. Espero poder ajudá-la na sua conquista!
Não esqueça de curtir no facebook a FIT LABORE ASSESSORIA ESPORTIVA. Posto dicas diárias de saúde e exercícios.E se quiser, compartilhe com os seus amigos o artigo! Você pode ajudá-lo a ser mais saudável!
Comprometidos com o seu sucesso!
Prof. Esp. Rogério Cardoso
Receita da Semana
Gente, comi esta semana um WRAP. Já ouviram falar? Magnifique, e moleza de fazer!

Fonte- Mdemulher.com
Ingredientes
. 6 damascos picados
. 3 colheres (sopa) de cream cheese light (ou ricota fresca)
. 1/2 colher (sopa) de nozes picadas
. 3 colheres (sopa) de leite condensado light
. 1 pão folha (ou pão sírio fininho)
Modo de preparo
2. Misture todos os ingredientes.
4. Leve ao forno por 10 minutos. Corte ao meio e sirva.
Um grande abraço e até a próxima terça com o novo artigo!
Prof. Esp. Rogério Cardoso
terça-feira, 10 de abril de 2012
Cardíacos desconhecem gorduras que fazem bem à saúde

Fonte:uol.com
Pesquisa aponta que 55% dos pacientes desconsideraram a gordura insaturada que é indicada para a boa saúde do coração.
A maioria dos pacientes cardíacos não conhece os tipos de gorduras que fazem bem à saúde. É o que mostra pesquisa realizada no hospital estadual que é referência tem cardiologia, Dante Pazzanese.
O levantamento foi realizado com 600 pacientes em tratamento na instituição e também revelou que 67% não têm como hábito ler os rótulos dos alimentos.
Entre os tipos de gorduras que fazem mal à saúde, a trans e a saturada são as mais conhecidas, sendo consideradas ruins por 81,5% dos entrevistados.
Já entre os tipos que fazem bem, 55% dos pacientes desconsideraram a gordura insaturada que é até mesmo indicada para a boa saúde do coração.
Outro equívoco muito comum é em relação aos alimentos fontes de gordura. Assim como a bolacha recheada e a manteiga, que foram apontadas corretamente como alimentos menos saudáveis, a maionese também foi tida como um alimento rico em colesterol e gorduras ruins pela maioria dos entrevistados, o que não é verdade.
Outro alimento que Daniel Magnoni, médico da Divisão de Nutrição Clínica do Dante Pazzanese e coordenador da pesquisa, mostrou que os pacientes desconhecem as propriedades é a maionese.
O “spread” possui um perfil nutricional bom porque é fonte de gorduras poli-insaturadas, não contém gordura trans e oferece baixo teor de colesterol.
Além da maionese, outro alimento apontado erroneamente por 65,5% dos pacientes como fonte de colesterol e por 60% com excesso de gordura ruins foi o Ketchup, que por ser produzido a partir de tomates, não possui gorduras.
Magnoni acredita que a pesquisa foi útil para perceber que a maioria dos pacientes que precisam de uma alimentação adequada porque tratam problemas de saúde, como pressão alta, diabetes, obesidade e colesterol elevado, não sabem quais são os tipos de gorduras mais saudáveis, tampouco os alimentos que podem ser consumidos.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Mulheres que correm são mais felizes

Fonte: saudeparaelas.terra.com.br/noticias/bem-estar
Você sabia que mulheres que correm são mais felizes? Isso acontece porque atividades físicas aeróbicas como a corrida promovem aumento na produção de endorfina dentro do cérebro, substância que produz a mágica sensação de bem-estar. Mas não é só isso. Além do efeito prazeroso, trotar por aí, em especial ao ar livre, aprimora funções da memória, fortalece o sistema imunológico e retarda o envelhecimento.
Em resposta ao estímulo da atividade física, outro hormônio presente no cérebro – a anandamida – também entra em produção, sendo responsável por reações de relaxamento e felicidade. “Vale ressaltar que o aumento do nível de endorfina favorece o bom astral até nos relacionamentos afetivos”, diz João Ricardo Cozac, presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte.
Além dos estímulos aos “hormônios do bem-estar”, são muitos os benefícios que a prática da corrida pode fazer por corpo e mente. Além da tradicional perda de peso e da tonificação dos músculos, desejo de qualquer mulher, correr ainda melhora a postura corporal, aumenta a libido e turbina a autoconfiança.
Confira, a seguir, os detalhes de cada benefício proporcionado pela corrida.
Quilos a menosVocê pode perder bons quilinhos com a corrida. “Em uma hora de corrida, é possível queimar até 800 calorias”, revela Carlos Ventura, preparador físico especializado no esporte e autor dos livros “Corredor de rua” e “Aprendendo a Correr”. Como resultado, a mulher se sente mais bonita e mais feliz. Além disso, correr afina a cintura, elimina gorduras e reduz as chances da formação de celulite, porque estica a epiderme.
Tonificação dos músculosA prática da corrida ainda dá um impulso na autoestima e na relação da mulher com o próprio corpo, já que tonifica os músculos, principalmente aqueles entre a panturrilha e a coxa, deixando as pernas mais definidas e atraentes.
A panturrilha (ou batata da perna) é uma das primeiras regiões afetadas pela atividade, ficando mais torneada. A corrida ainda contribui para o endurecimento dos glúteos, quando praticada junto à ginástica.
Postura corporalÉ preciso manter boa postura para que a corrida melhore o condicionamento físico e não atrapalhe o desempenho do corredor. Com a prática prolongada, o hábito se torna usual no dia a dia, trazendo benefícios de longo prazo. Por isso, quem pratica a corrida sofre menos de dores nas costas. “Na prática, o corredor aprende a manter a cabeça erguida, os ombros relaxados e os braços descontraídos”, ensina Carlos.
Libido em altaApós meia hora de corrida, as mulheres aumentam a produção de testosterona, hormônio que desperta sensação de desejo, melhora a função sexual e traz autoconfiança. Ao fortalecer músculos dos quadris, quem corre também suporta maiores cargas físicas durante o sexo, o que gera maior satisfação e autoestima. “A mulher se sente mais disposta e atraente devido à liberação de serotonina, que aguça o prazer de modo geral, fazendo com que ela se veja de outra forma”, explica Dra. Luciana Menezes, psicóloga da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (SPRGS).
Mais autoconfianteApós semanas de uma rotina atlética, a mulher ativa mantém um volume de hormônios do bem-estar acima da média no cérebro, presenciando períodos mais extensos de bom humor e conforto. Dra. Luciana diz que o exemplo mais positivo da corrida é que ela permite contato com o limite e a superação. “Mulheres atletas levam este exemplo para sua vida profissional. Superam desafios do trabalho com a mesma fibra que batem metas da corrida.”
História de felicidadesegunda-feira, 12 de setembro de 2011
Transformar gordura ruim em boa

Foto> Em estudo com modelo animal, cientistas verificam que atividade física estimula transformação de células adiposas brancas em marrons, levando à diminuição da obesidade (divulgação)
Fonte:Agência FAPESP
Um grupo de cientistas identificou um mecanismo biológico que transforma gordura branca em marrom. A novidade publicada na edição de setembro da revista Cell Metabolism poderá auxiliar no desenvolvimento de novas estratégias para tratar a obesidade.
O homem tem dois tipos de tecido adiposo: o marrom, ligado à regulação da temperatura e abundante em recém-nascidos; e o branco, cuja função é acumular energia no corpo e está mais presente em adultos. A gordura branca está associada à obesidade e falta de exercícios. É a gordura indesejada e que muitos querem se livrar do excesso.
O novo estudo, feito em modelo animal por cientistas do Centro Médico da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, demonstrou que a transformação da gordura ruim em boa é possível devido à ativação de uma enervação e de um caminho bioquímico que começa no hipotálamo (área cerebral envolvida no balanço energético) e que termina nas células adiposas brancas.
A transformação das gorduras foi observada quando os animais foram colocados em um ambiente mais rico, com maior variedade de características e desafios físicos e sociais.
Camundongos foram colocados em recipientes contendo rodas de girar, túneis, cabanas, brinquedos e diversos outros elementos, somados a alimento e água em quantidades abundantes. Um grupo controle também foi exposto a água e alimento sem limites, mas em ambiente sem dispositivos para que pudessem se exercitar.
Segundo os cientistas, a maior transformação de gordura branca e marrom foi associada a um ambiente fisicamente estimulante, mais do que à quantidade de alimentos ingerida.
“Os resultados do estudo sugerem o potencial de induzir a transformação de gordura branca em gordura marrom por meio da modificação do nosso estilo de vida ou pela ativação farmacológica desse caminho bioquímico”, disse Matthew During, professor de neurociência e um dos autores do estudo.
O artigo White to Brown Fat Phenotypic Switch Induced by Genetic and Environmental Activation of a Hypothalamic-Adipocyte Axis (doi:10.1016/j.cmet.2011.06.02), de Matthew J. During e outros, pode ser lido por assinantes da Cell Metabolism em www.cell.com/cell-metabolism.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Indices gerais de obesidade dobraram nos ultimos 30 anos
Publicado em: 25 de agosto de 2011
O mundo está se tornando um lugar mais pesado, especialmente no Ocidente.
Os índices de obesidade em todo o mundo dobraram nas últimos três décadas, assim como a pressão arterial e colesterol que diminuiram seus níveis de acordo com três estudos publicados a sexta-feira no The Lancet, uma revista médica britânica. Os pesquisadores disseram que estavam preocupados com o pior o problema da obesidade poderia começar e quanto isso se agravaria.
Pessoas nas ilhas do Pacífico, como Samoa Americana, são os mais pesadas em um dos estudos encontrados. Nos países desenvolvidos, os americanos estão mais gordos e os japoneses são os mais magros.
"Ser obeso não é mais apenas um problema do Ocidente", disse Majid Ezzati, professor de saúde pública no Imperial College London e autor de um dos estudos.
Em 1980, cerca de 5 por cento dos homens e 8 por cento das mulheres em todo o mundo eram obesos. Em 2008, as taxas foram de quase 10 por cento para os homens e 14 por cento para as mulheres.
Isso significa que 205 milhões homens e 297 milhões de mulheres estão obesos. Um adicional de 1,5 bilhão de adultos acima do peso.
Embora os países mais ricos fizeram um trabalho melhor de manter a pressão arterial e os níveis de colesterol sob controle, os pesquisadores disseram que as pessoas de quase todos os lugares foram ganhando peso, exceto em algumas áreas, incluindo a África Central e Sul da Ásia.
domingo, 26 de junho de 2011
Ser magro nem sempre quer dizer ser melhor condicionado!

Fonte:nytimes.com
Traduzido pelo google e adaptado.
Em seu novo livro, "Corrida conta o peso: Como você pode ficar mais magro para o melhor desempenho", Matt Fitzgerald, um nutricionista esportivo, escreve sobre uma experiência incrível em execução. Ele trabalhou no seu estudo em um tipo especial de esteira anti-gravidade, o AlterG, que usa uma almofada de ar para levantar o corpo, permitindo que você efetivamente possa diminuir o peso corporal quando for correr.
Sr. Fitzgerald começou na esteira correndo sem ajuda da máquina. Então ele correu com ela ajustados para levantá-lo apenas o suficiente para que ele pudesse estar 10 por cento mais leve.
"Senti como se eu havia me tornado 10 por cento mais leve", escreve ele. Correndo em seu ritmo normal de repente estava "totalmente sem esforço", observa ele, acrescentando que "parecia correr normal, apenas muito melhor."
Fisiologistas do exercício concordam que, seu esporte é particularmente afetado pela força da gravidade - quando você faz: esqui cross-country, andar de bicicleta morro acima - você é penalizado por excesso de peso. Com isso tem-se algumas perguntas: Qual é o peso ideal para o seu esporte? E quanto de diferença vai fazer se você realmente conseguir isso?
Houve poucos testes diretos do efeito do peso corporal, disse Hirofumi Tanaka, um fisiologista do exercício na Universidade do Texas em Austin. A maioria deles foram feitos na década de 1970 e sujeitos envolvidos que foram convidados a correr com pesos em suas costas ou tornozelos. Com certeza, o mais pesado, como os testes mostraram, mais força e mais dificil de se trabalhar para ser executado em uma determinada velocidade.
Mas a forma como os corredores correm não foram afetados pelo peso extra, Dr. Tanaka disse. Isso significa que você provavelmente correria da mesma forma se estivesse mais pesado. Mas seria muito mais difícil de correr no seu ritmo habitual, e você ia acabar correndo mais devagar.
A formula é menos clara. Beth Parker, diretora de fisiologia do exercício de pesquisa no Hospital Hartford, em Connecticut, disse que, para os corredores, a regra geral é que uma redução de 1 por cento em peso leva a um aumento de 1 por cento no desempenho.
Então, porque não basta ser tão leve quanto você pode ser?
O problema é que todos têm um ponto em que a perda de peso realmente faz o seu pior desempenho, disse o Dr. Mark Tarnopolsky, pesquisador de metabolismo muscular e fisiologista da Universidade McMaster, em Ontário. Tarnopolsky, que é um atleta no ranking nacional de triatlo no inverno, corrida de aventura e esqui de orientação, disse que as pessoas variam tanto que não existe uma fórmula para descobrir o peso ideal.
Quando Tarnopolsky estava na faculdade, viu o delicado equilíbrio entre perder apenas o suficiente e muito de peso. Ele e seus amigos de experimento, fizeram uma pesquisa onde deveriam perder ou ganhar alguns quilos e testar seus VO2, max uma medida da capacidade do corpo para obter oxigênio para os músculos durante o exercício. Em teoria, menos você pesa, maior será o seu VO2 max deve ser, em relação ao peso corporal.
Tarnopolsky disse que ele conseguiu o seu melhor VO2 max - 86 mililitros de oxigênio por quilo de peso corporal - quando pesava 156 libras. "Como todo mundo, eu disse: 'Talvez se eu largar um pouco de gordura do corpo, ela irá mais alto'", disse Tarnopolsky. Assim, ele tem o seu peso para baixo a 152 libras. Mas para sua surpresa, seu VO2 max diminuiu, a 82.
A razão provável, disse ele, era que ele tinha chegado a um ponto onde seu corpo começou a queimar sua própria proteína do músculo para o combustível. Ele estava mais fraco, e seu desempenho foi pior, mesmo porque ele pesava menos.
"Você pode ver na máquina o VO2 e seu corpo sabe e esta certo", disse Tarnopolsky. "Você se sentirá cansado, velho, letárgico quando você tentar conduzir o seu peso para baixo".
Muitas vezes, a única maneira de saber o seu peso ideal é por tentativa e erro.
Meu treinador , Tom Fleming, um ex-corredor de elite que venceu a Maratona de Nova York duas vezes, em 1973 e 1975, disse que ele sempre diz aos seus atletas competitivos "que o peso ideal é o peso que você está no dia que fez o seu melhor tempo ", referindo-se ao tempo que você atingir o seu melhor pessoal.
"Seu corpo vai te dizer" com relação ao seu peso ideal, disse ele, e quando você está lá ", você vai se sentir com mais raça e rápido."
Datã Ritzenhein, um americano que é um dos corredores mais importantes do mundo, usou um sistema semelhante. Mr. Ritzenhein, que quebrou o recorde nacional no ano passado em uma corrida de 5.000 metros e que, no nono lugar, foi o finisher top americano na maratona nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, disse que levou cerca de 12 anos de tentativa e erro para aprender melhor o seu peso de corrida. Ele descobriu que no ano passado, seu ano de melhores corridas da sua vida: 121 ou £ 122.
Que o peso não é natural para ele, ele disse. Se ele parar de treinar, ele teria peso cerca de 127 ou 128 libras, e quando ele está treinando, mas não tentar controlar seu peso, ele é cerca de 124 ou 125. Seu objetivo é tentar estar em seu peso perfeito de corrida alguns dias antes de um grande evento, perdendo cerca de um quilo por semana nas semanas anteriores para chegar lá.
Ele aprendeu, disse ele, que se ele tentar perder peso muito rápido ou se ele continuar a perder peso até o seu dia de corrida, ele não tem a energia que ele precisa para o seu melhor desempenho. E se ele tenta perder peso muito rápido, seu treinamento não rende.
"É uma linha tênue" entre perder apenas o suficiente e certo e perder muito rapido, disse ele.
Outros atletas dizem que aprenderam através de experimentos semelhantes.
Andre Agassi , o tenista e seu treinador de longa data, Gil Reyes, descobriram através da experiência que o melhor peso do Sr. Agassi foi entre 178 e 182 libras.
"Nós viemos acima com um número, mas não procurou um número," Sr. Reyes explicou em uma recente entrevista por telefone. "Foi tudo sobre como ele se sentia forte e em forma."
O tênis é diferente de corrida de longa distância, o Sr. Reyes observou. Atletas como o Sr. Agassi nunca sabe se eles vão estar jogando para uma ou cinco horas, e eles têm que estar prontos para todas as possibilidades.
Antes de se aposentar do tênis, o Sr. Agassi, às vezes, ganhava peso e depois parava de comer, tentando perder as libras rápidamente. Mr. Reyes desanimado explica; "Eu disse-lhe: 'Por que você sente que tem que parar de comer para perder peso?'", Lembrou. "'E se você fosse comer 10 a 15 por cento mais, mas sua capacidade de jogo fosse 40 por cento mais?' "
Ciclistas em corridas de endurance como o Tour de France também têm o problema de manter sua força, mas para eles um pouco de peso extra pode fazer a diferença entre ganhar e perder nos dias em que a corrida tem montes íngremes ou montanhas.
"Eu sabia, por experiência e os resultados que eu tinha um peso ideal - ou o que eu pensei que era ideal", disse Andy Hampsten, um ex-ciclista Tour de France e o único americano a vencer o Giro D'Italia, em 1988. "Se eu tivesse definido um peso muito abaixo de uma meta , eu estaria fraco e estressado", disse ele. "Se eu pesava 4 ou 5 quilos a mais do que o ideal, eu poderia ver que eu estava mais lento do que meus concorrentes."
Mr. Hampsten, disse que pretendia uma corrida de peso de cerca de £ 137, deliberadamente reduzindo seu consumo nos dois meses antes da temporada de corridas. Na entressafra, ele deixaria o seu peso voltar até um mais confortável £ 145.
A lição é que, mesmo se as leis da física e uma experiência em um AlterG pode parecer para comprovar os benefícios de um menor peso, ciência do exercício não está nem perto de fazer boas previsões para os atletas específicos, Tarnopolsky disse.
"Eu sei que um indivíduo que é um dos atletas mais aptos esporte ultra-maratona", disse ele. "Ela corre 100 milhas, e sua gordura corporal é perto de 20 por cento."
No entanto, ele disse, "ele é um dos atletas mais talentosos que eu já vi."
Mr. Reyes disse que ele eo Sr. Agassi aprendeu a não deixar que o peso governe sua vida. "Eu gosto de uma frase", disse ele. "A luta contra o peso para a maioria dos seres humanos pode ser como um tabuleiro Ouija. Pode começar a mexer com sua cabeça. "
O truque é não deixá-lo.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Lipoaspiração serve? Será que funciona?

Um ano depois da cirurgia mulheres recuperam quase toda a gordura retirada.
Aumento da gordura visceral é o mais comum.
Fonte: Época.com
A secretária executiva Patrícia Simões é daquelas mulheres que nunca estão satisfeitas com seu corpo. Aos 18 anos, achando-se gorda após uma temporada juntando dólares nos Estados Unidos, resolveu investir as economias na mesa de cirurgia. Fez lipoaspiração no abdome, na cintura, nas costas e na parte interna das coxas. Mas não mexeu um centímetro na rotina. Continuou sedentária (por causa de um problema no joelho esquerdo) e ativa nas baladas e rodadas de cerveja com os amigos da faculdade. Cerca de um ano depois, apesar da barriga tábua e da cintura fina, tinha novas camadas de gordura nos braços e na parte posterior das coxas. Aos 22 anos, fez uma nova lipoaspiração para extrair os novos excessos. Hoje, com 34 anos, malhadora e bem mais cuidadosa com a alimentação, Patrícia diz que ainda se indispõe com suas gordurinhas extras, que nunca se distribuíram da forma como estavam antes da primeira lipoaspiração. “Engordo menos onde já mexi. Meus braços ficam mais gordos quando meu peso aumenta”, diz.
Histórias de “engorda pós-lipo” como a de Patrícia são comuns nos consultórios médicos. Agora, a ciência está começando a explicá-las. Segundo um estudo inédito realizado por pesquisadores da Universidade do Colorado, a lipoaspiração não consegue livrar definitivamente o corpo feminino da gordura localizada, pois ela sempre dá um jeito de reaparecer. Embora não da mesma forma. O estudo saiu na revista científica Obesity, do grupo da publicação britânica Nature.
Para demonstrar sua tese, os pesquisadores selecionaram 32 mulheres com idade entre 18 e 50 anos, saudáveis, não sedentárias e um pouco acima do peso, interessadas em fazer uma lipoaspiração. Elas poderiam retirar no máximo 5 litros de gordura. Dessas 32 mulheres, 14 passaram pelo procedimento, retirando gorduras subcutâneas da parte baixa da barriga, das coxas e dos quadris. As demais não fizeram nenhum procedimento emagrecedor. Formaram um grupo de controle, usado pelos pesquisadores para comparar com as que fizeram lipoaspiração. Todas foram orientadas a não alterar o estilo de vida. Elas relatavam estar com o peso estável por pelo menos três meses e manter uma dieta frugal de 1.700 calorias, em média. Por isso, era de esperar que seu peso se mantivesse inalterado nos meses seguintes. Exames sofisticados como ressonância magnética foram realizados em três momentos para monitorar as alterações no peso e na composição corporal de todas as mulheres: após seis semanas, seis meses e ao final de um ano.
O resultado foi que, um ano depois, as mulheres que haviam feito a lipoaspiração tinham recuperado quase toda a gordura retirada. O efeito estético adquirido logo após a cirurgia (classificado como “fabuloso” pelos pesquisadores) tinha sido preservado nas coxas e nos quadris. Mas a gordura tinha voltado, preferencialmente na barriga. Além disso, a gordura visceral, aquela que fica entre os órgãos, também apresentou tendência de aumento maior nas mulheres que fizeram lipoaspiração do que no grupo de controle. Essa gordura é mais comum nos homens. É mais perigosa para a saúde e não é removida na lipoaspiração.
Os pesquisadores não sabem explicar por que a gordura aumentou em outros lugares após a lipoaspiração. Segundo uma teoria tradicional, quando os tecidos do corpo são retirados debaixo da pele, novas células de gordura (chamadas de adiposas) ficariam impedidas de se formar ali. Isso levaria o excesso de gordura a ser estocado em células adiposas disponíveis em outros lugares do corpo. Mas, nesse estudo, a lipoaspiração removeu células do abdome, e um ano depois havia gordura acumulada novamente ali. “Com base nos dados desse artigo, não podemos deduzir qual mecanismo levou à recuperação da gordura”, afirma Teri Hernandez, uma das autoras do estudo. Mas arrisca uma hipótese. Segundo Teri, a gordura é importante para estocar energia e regular o equilíbrio energético do corpo. “É possível que o cérebro cuide de manter o que ele considera um nível adequado de gordura corporal para o organismo”, diz.
O pequeno número de mulheres avaliadas dificulta conclusões mais assertivas. Teri diz que seria muito difícil conseguir um número maior de participantes para um estudo dessas características, feito dentro de um hospital. Mas afirma que sua pesquisa foi a primeira a demonstrar os padrões de redistribuição do tecido adiposo após uma lipoaspiração em mulheres. Até então, estudos semelhantes haviam sido feitos apenas com animais.

Segundo a endocrinologista Cíntia Cercato, de São Paulo, a principal contribuição do estudo é mostrar que a remoção de tecido gorduroso mais inofensivo, como o das coxas, resultou no aumento da gordura perigosa, do abdome e das vísceras. Para Rosana Radominski, também endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, porém, o estudo não permite grandes conclusões. Ela acredita que o próprio estilo de vida das mulheres pode ter contribuído para o aumento nos depósitos de gordura. O médico Carlos Alberto Komatsu, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, afirma que a lipoaspiração não livra ninguém de engordar de novo se a alimentação e a atividade física não estiverem adequadas. “A cirurgia serve para motivar a mudança de hábitos e para tornar a silhueta mais proporcional”, diz Komatsu. “Quem faz uma reeducação alimentar tem resultados mais duradouros.”
Se o estudo é suficiente para dissuadir mulheres carnudas da ideia de fazer uma lipoaspiração, a conclusão mais provável é que não. Ao saber dos resultados do estudo, as mulheres do grupo de controle, que não fizeram a lipoaspiração, continuaram querendo a sua.
terça-feira, 5 de abril de 2011
O que faz o “colesterol bom” ser tão bom?

Fonte: discoverybrasil.com
O colesterol bom pode proteger as pessoas de doenças cardiovasculares, e pesquisadores da Universidade de Cincinnati acreditam ter descoberto a razão.
O trabalho, publicado no períodico Nature Structural & Molecular Biology, descreve em detalhes uma análise de lipoproteínas de alta densidade (HDLs) em nível molecular.
Diferentemente do HDL, as proteínas de baixa densidade (LDL), mais conhecidas como “colesterol ruim”, podem revestir as paredes das artérias e endurecê-las. Ao longo do tempo, esse endurecimento pode aumentar o risco de doenças do coração e infartos, segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Já o HDL transporta gorduras para o fígado e outras partes do corpo para que possam ser eliminadas, combatendo o colesterol ruim na corrente sanguínea.
Ao estudar o HDL isolado em plasma sanguíneo, os cientistas descobriram que uma proteína específica do “colesterol bom” –a apolipoproteína A-I– provavelmente é responsável por seus benefícios à saúde. Essa proteína ocupa a maior parte da superfície do HDL e pode influenciar na interação da lipoproteína com outras moléculas.
A equipe também descobriu que a estrutura do HDL se dobra e se adapta ao absorver mais gordura. As descobertas ampliam a compreensão dos cientistas sobre o colesterol e podem levar ao desenvolvimento de drogas que aumentem o HDL para combater os efeitos negativos do colesterol ruim no corpo.
Evidentemente, as pessoas podem aumentar o colesterol bom ao perder peso, praticar exercícios, não fumar e consumir gorduras mais saudáveis, medidas também aconselhadas para reduzir o LDL, segundo a Clínica Mayo.
Em geral, os médicos recomendam que pessoas acima dos 20 anos façam exames a cada cinco anos para verificar o perfil de lipoproteínas e monitorar os níveis de colesterol – tanto o bom como o ruim.


