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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Histórias maravilhosas, por Ivana Grandi Valezi!


E ai galera, tudo bem! Hoje vou publicar o testemunho da minha aluna Ivana Galezi, que a pouco mais de um ano atrás lutava bravamente contra os limites impostos pelo seu corpo, e hoje está escrevendo sua história de vitórias e conquistas pessoais, experimentando o “néctar dos deuses”, que é a felicidade, graças à paixão pela corrida. Enfrentou adversidades, lesões e uma perda irreparável no caminho, mas não desistiu. Hoje, com muito orgulho de fazer parte disso, publico mais uma das histórias maravilhosas que as pessoas me contam!

Por Ivana Grandi Valezi

“A corrida se tornou muito importante na minha vida, é minha paixão. Primeiramente por ter passado noites e mais noites sem dormir com crises de muita dor na coluna, afinal tenho duas hérnias de disco e artrose nas vértebras.
Depois de ficar passando por vários médicos ortopedistas, séries de remédios, ressonâncias e neurocirurgião, chegamos à conclusão de que não poderia fazer exercícios de alto impacto e que só poderia fazer caminhadas e exercícios leves.
Isso foi a morte pra mim! Como sou agitada e sempre gostei de exercícios aeróbicos essa noticia foi como uma bomba na minha vida. Fui ficando muito depressiva e irritada com tudo e contra todos a minha volta.
Parei e pensei que assim não dava pra continuar, então comecei a procurar alternativas em revistas, internet, amigos até encontrar uma saída pra o meu problema, afinal não sou de desistir assim tão fácil. O primeiro passo foi o RPG que corrigiu minha postura o qual fiz por um ano até receber alta.
Logo em seguida fiz tração na coluna com osteopatia no ITC vertebral por mais quatro meses. Estando mais forte procurei um personal trainer, com quem estou até hoje, a
Monica, pra fazer musculação. Ela é o meu anjo que me tirou das crises com fortalecimento na lombar. Fui ficando mais forte e confiante, as dores começaram a diminuir e isso foi me animando pra se aventurar a dar meus primeiros trotes, mas com muito medo que as dores voltassem. Cada dia, passo a passo fui evoluindo na corrida, até correr meus primeiros 5 km da Gazeta. Nessa prova corri e caminhei e neste ano completou um ano de corrida. Como estava animada e mais treinada meu filho me convidou para a corrida em Limeira, na qual conheci a turma da Fitlabore. Adorei conhecê-los, e com o  incentivo do meu filho entrei na assessoria porque dizia que apreenderia muito mais, teria novos amigos com a mesma paixão. Realmente amei essa galera que é o máximo.
A partir dai foi crescendo cada vez mais meu interesse por corrida e logo conheci o prof. Rodrigo Sacilotto que hoje é meu treinador, amigo e incentivador. Ensinou-me a ser confiante, ponderada nos treinos e sentir meus limites, pois sou teimosa! Eu esqueço a idade...hehehe...
E a cada nova prova que realizo aprendo mais. Ouço com humildade os conselhos das minhas amigas de corrida e sigo sempre suas dicas. Por isso basta querer, correr atrás de seus sonhos. Não importa a idade! Se machucar, procure ajuda profissional e tratamentos alternativos, pois sempre existe uma solução.
Esta última corrida foi o grande desafio, a Maratona Internacional de São Paulo onde corri 25 km. Fiquei ansiosa, apreensiva, mas acredito sempre em mim e jamais pensei em não conseguir. Procuro pensar positivamente, pois a mente é muito poderosa, basta fazer a receita certinha dos treinos e acreditar que com certeza chegara na final e com sobra!
Agradeço a todos que estão sempre me apoiando a alcançar cada vez mais meus objetivos, meu querido marido Antônio companheiro de todas as batalhas, meu filho Rafael, minha filha Vanessa e em especial meu genro Bruno que para mim é um ícone e referência, pois é triatleta Iroman duas vezes e está treinando pra terceira. Sempre sigo seus conselhos! Agradeço também o Prof. Esp. Rodrigo Sacilotto treinador querido, Prof. Esp. Rogério Cardoso e a personal trainer Monica, e é claro a toda a turma da Fitlabore! Amo correr com essa galera !!!”


Escreva também suas histórias maravilhosas, você pode! Faça valer a pena a vida, dando valor a grandes e pequenos momentos que te trazem prazer e alegria! Está esperando o quê!

Abraço a todos!

Prof. Esp. Rodrigo Sacilotto
Realizando Sonhos!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Por que eu corro? Um relato para o Instituto de Psicanálise Lacaniana! IPLA

A corrida é uma paixão em que o desejo de conquista pede e ganha passagem
No calendário desportivo de 2013, uma notícia nos tocou: Joy Johnson, uma senhora que, no alto dos seus 86 anos, completou a Maratona de Nova York (42 km) e, no dia seguinte, morreu com seu tênis de corrida nos pés, durante um breve cochilo. Por que para a maioria das pessoas correr nessa idade é uma maluquice?
Até recentemente, pensava-se que haveria duas fases na vida. Uma em que se trabalhava, produzia, angariavam-se bens para fazer o “pé de meia” e outra em que, chegada a aposentadoria, era o momento de sentar na cadeira de balanço, desfrutar da segurança conquistada e ficar no embalo da nostalgia. Atualmente, com as atuais pesquisas e avanços da medicina, a expectativa média de vida já chega aos 75 anos de idade. A perspectiva que a longevidade acena mudou o modo de pensar o envelhecimento e a vida.
A nossa existência, afinal, a que se destina? O que fazer para valer a vida? Joy Johnson, em uma entrevista, dias antes de morrer, afirmou: “Sei que vou estar entre os últimos, mas não me importo. Eu fico feliz porque posso sair da cama todas as manhãs e correr; muita gente de minha idade está em cadeira de rodas.”
Na minha experiência como educador físico, presenciei situações em que alunos acima de 65 anos eram desaconselhados por seus filhos a empreender a aventura da corrida. Conselhos do tipo: não apronte mais essaNão faça essa loucura de correr uma maratonaMelhor é ficar paradinho, descansar e não correr o risco de uma fratura! Traduzindo: por favor, não dê trabalho e não atrapalhe a vida dos filhos.
A corrida é um combustível para pessoas inquietas. É o meio pelo qual elas se apropriam de uma paixão. É a atividade por meio da qual elas descobrem que, apesar da idade, ainda podem fazer algo que as desafie e as impulsione a ir mais além das suficiências. É pela corrida que ousam e superam limites e marcas dantes não pensados. É onde acontecem encontros inusitados e transformadores com outras pessoas e consigo mesmo. É onde a solidariedade, a simpatia, o pulsar da vida pede e ganha passagem.
Por que eu corro? Para me sentir vivo! Para, a cada passo, sentir vibrar em mim, surpreendentemente, a vida. 
Rogério Cardoso é educador físico pós-graduado em Treinamento Desportivo pela UGF e Geriatria e Gerontologia pela UERJ.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Paralítica em traje biônico faz maratona em 16 dias








Fonte:folha.com
Rodolfo Lucena


Depois de 16 dias de caminhada, uma mulher paralítica completou hoje a maratona de Londres com o auxílio de um traje biônico



Em lágrimas, a ex-amazona Claire Lomas disse que “estava nas nuvens”. Centenas de pessoas aplaudiram sua chegada (foto AFP) e três cavalarianos serviram com guardas de honra durante os últimos metros de sua jornada.
Uma queda de cavalo há cinco anos deixou a moça paralítica, mas, desde os primeiros momentos depois do acidente, ela procurou fazer o possível para se manter ativa.
Com o traje robótico, que mimetiza as respostas que as articulações do corpo dariam se estivessem funcionando bem, a moça de 32 anos conseguiu caminhar cerca de três quilômetros por dia. Antes, passou por longas sessões de treino até aprender a controlar o equipamento.
“Várias vezes, durante o treinamento, eu tive dúvidas se iria conseguir. Mas, depois que comecei, fui vivendo um dia de cada vez, caminhando o que era possível”, disse ela.
Ao longo do caminho, foi apoiada pelo marido e pela filha do casal, que tem pouco mais de um ano, além de outros familiares. Na chegada, rasgou a fita, mas seu tempo não será oficialmente computado nem ela vai receber uma medalha da maratona de Londres –para isso, teria de ter completado a prova no mesmo dia da largada.
Apesar das regras e regulamentos, Claire, que tem 32 anos, não vai ficar sem sua medalha de maratonista: cerca de uma dúzia de outros corredores já ofereceram a ela suas medalhas em reconhecimento à luta da moça, que hoje trabalha como designer de joias.
Além de todo o esforço para controlar seu traje robótico, Claire ainda levantou fundos para a pesquisa de tratamentos para a paralisia causada por rompimento do cordão espinhal. Arrecadou na sua jornada 86 mil libras (quase R$ 270 mil).
“Algumas pessoas chegam a perder os movimentos dos braços e das pernas. É preciso encontrar uma cura”, disse ela.
Chamado ReWalk, o traje robótico que ela usou custa cerca de R$ 130 mil. Por meio de sensores de movimento e controles computadores, permite que pessoas paralíticas fiquem de pé, caminhem e até subam escadas.


Nota do Rogério Cardoso: E no futuro, todos os que tiverem problemas fisicos poderão correr e fazer esportes!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Mulheres que correm são mais felizes




Fonte: saudeparaelas.terra.com.br/noticias/bem-estar

Você sabia que mulheres que correm são mais felizes? Isso acontece porque atividades físicas aeróbicas como a corrida promovem aumento na produção de endorfina dentro do cérebro, substância que produz a mágica sensação de bem-estar. Mas não é só isso. Além do efeito prazeroso, trotar por aí, em especial ao ar livre, aprimora funções da memória, fortalece o sistema imunológico e retarda o envelhecimento.

Em resposta ao estímulo da atividade física, outro hormônio presente no cérebro – a anandamida – também entra em produção, sendo responsável por reações de relaxamento e felicidade. “Vale ressaltar que o aumento do nível de endorfina favorece o bom astral até nos relacionamentos afetivos”, diz João Ricardo Cozac, presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte.

Além dos estímulos aos “hormônios do bem-estar”, são muitos os benefícios que a prática da corrida pode fazer por corpo e mente. Além da tradicional perda de peso e da tonificação dos músculos, desejo de qualquer mulher, correr ainda melhora a postura corporal, aumenta a libido e turbina a autoconfiança.

Confira, a seguir, os detalhes de cada benefício proporcionado pela corrida.

Quilos a menos

Você pode perder bons quilinhos com a corrida. “Em uma hora de corrida, é possível queimar até 800 calorias”, revela Carlos Ventura, preparador físico especializado no esporte e autor dos livros “Corredor de rua” e “Aprendendo a Correr”. Como resultado, a mulher se sente mais bonita e mais feliz. Além disso, correr afina a cintura, elimina gorduras e reduz as chances da formação de celulite, porque estica a epiderme.

Tonificação dos músculos

A prática da corrida ainda dá um impulso na autoestima e na relação da mulher com o próprio corpo, já que tonifica os músculos, principalmente aqueles entre a panturrilha e a coxa, deixando as pernas mais definidas e atraentes.

A panturrilha (ou batata da perna) é uma das primeiras regiões afetadas pela atividade, ficando mais torneada. A corrida ainda contribui para o endurecimento dos glúteos, quando praticada junto à ginástica.

Postura corporal

É preciso manter boa postura para que a corrida melhore o condicionamento físico e não atrapalhe o desempenho do corredor. Com a prática prolongada, o hábito se torna usual no dia a dia, trazendo benefícios de longo prazo. Por isso, quem pratica a corrida sofre menos de dores nas costas. “Na prática, o corredor aprende a manter a cabeça erguida, os ombros relaxados e os braços descontraídos”, ensina Carlos.

Libido em alta

Após meia hora de corrida, as mulheres aumentam a produção de testosterona, hormônio que desperta sensação de desejo, melhora a função sexual e traz autoconfiança. Ao fortalecer músculos dos quadris, quem corre também suporta maiores cargas físicas durante o sexo, o que gera maior satisfação e autoestima. “A mulher se sente mais disposta e atraente devido à liberação de serotonina, que aguça o prazer de modo geral, fazendo com que ela se veja de outra forma”, explica Dra. Luciana Menezes, psicóloga da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (SPRGS).

Mais autoconfiante

Após semanas de uma rotina atlética, a mulher ativa mantém um volume de hormônios do bem-estar acima da média no cérebro, presenciando períodos mais extensos de bom humor e conforto. Dra. Luciana diz que o exemplo mais positivo da corrida é que ela permite contato com o limite e a superação. “Mulheres atletas levam este exemplo para sua vida profissional. Superam desafios do trabalho com a mesma fibra que batem metas da corrida.”

História de felicidade
A empresária Maria Cecília Gutilla, 46, é o exemplo fiel de como a corrida é capaz de tornar as pessoas mais felizes. Ela corre pelo menos três vezes por semana e, ao perceber os efeitos positivos da atividade, arrastou o marido para correrem juntos. Hoje, além de parceiros no esporte, também ficaram mais cúmplices no dia a dia. “A atividade melhorou minha libido e também minha postura corporal. “Os exercícios só trouxeram benefícios. Fico um pouco nervosa nos dias em que não corro”, conta.