terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Histórias maravilhosas, por Ivana Grandi Valezi!
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Por que eu corro? Um relato para o Instituto de Psicanálise Lacaniana! IPLA
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Paralítica em traje biônico faz maratona em 16 dias
Fonte:folha.com
Rodolfo Lucena
Depois de 16 dias de caminhada, uma mulher paralítica completou hoje a maratona de Londres com o auxílio de um traje biônico
Uma queda de cavalo há cinco anos deixou a moça paralítica, mas, desde os primeiros momentos depois do acidente, ela procurou fazer o possível para se manter ativa.
Com o traje robótico, que mimetiza as respostas que as articulações do corpo dariam se estivessem funcionando bem, a moça de 32 anos conseguiu caminhar cerca de três quilômetros por dia. Antes, passou por longas sessões de treino até aprender a controlar o equipamento.
“Várias vezes, durante o treinamento, eu tive dúvidas se iria conseguir. Mas, depois que comecei, fui vivendo um dia de cada vez, caminhando o que era possível”, disse ela.
Ao longo do caminho, foi apoiada pelo marido e pela filha do casal, que tem pouco mais de um ano, além de outros familiares. Na chegada, rasgou a fita, mas seu tempo não será oficialmente computado nem ela vai receber uma medalha da maratona de Londres –para isso, teria de ter completado a prova no mesmo dia da largada.
Apesar das regras e regulamentos, Claire, que tem 32 anos, não vai ficar sem sua medalha de maratonista: cerca de uma dúzia de outros corredores já ofereceram a ela suas medalhas em reconhecimento à luta da moça, que hoje trabalha como designer de joias.
Além de todo o esforço para controlar seu traje robótico, Claire ainda levantou fundos para a pesquisa de tratamentos para a paralisia causada por rompimento do cordão espinhal. Arrecadou na sua jornada 86 mil libras (quase R$ 270 mil).
“Algumas pessoas chegam a perder os movimentos dos braços e das pernas. É preciso encontrar uma cura”, disse ela.
Chamado ReWalk, o traje robótico que ela usou custa cerca de R$ 130 mil. Por meio de sensores de movimento e controles computadores, permite que pessoas paralíticas fiquem de pé, caminhem e até subam escadas.
Nota do Rogério Cardoso: E no futuro, todos os que tiverem problemas fisicos poderão correr e fazer esportes!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Mulheres que correm são mais felizes

Fonte: saudeparaelas.terra.com.br/noticias/bem-estar
Você sabia que mulheres que correm são mais felizes? Isso acontece porque atividades físicas aeróbicas como a corrida promovem aumento na produção de endorfina dentro do cérebro, substância que produz a mágica sensação de bem-estar. Mas não é só isso. Além do efeito prazeroso, trotar por aí, em especial ao ar livre, aprimora funções da memória, fortalece o sistema imunológico e retarda o envelhecimento.
Em resposta ao estímulo da atividade física, outro hormônio presente no cérebro – a anandamida – também entra em produção, sendo responsável por reações de relaxamento e felicidade. “Vale ressaltar que o aumento do nível de endorfina favorece o bom astral até nos relacionamentos afetivos”, diz João Ricardo Cozac, presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte.
Além dos estímulos aos “hormônios do bem-estar”, são muitos os benefícios que a prática da corrida pode fazer por corpo e mente. Além da tradicional perda de peso e da tonificação dos músculos, desejo de qualquer mulher, correr ainda melhora a postura corporal, aumenta a libido e turbina a autoconfiança.
Confira, a seguir, os detalhes de cada benefício proporcionado pela corrida.
Quilos a menosVocê pode perder bons quilinhos com a corrida. “Em uma hora de corrida, é possível queimar até 800 calorias”, revela Carlos Ventura, preparador físico especializado no esporte e autor dos livros “Corredor de rua” e “Aprendendo a Correr”. Como resultado, a mulher se sente mais bonita e mais feliz. Além disso, correr afina a cintura, elimina gorduras e reduz as chances da formação de celulite, porque estica a epiderme.
Tonificação dos músculosA prática da corrida ainda dá um impulso na autoestima e na relação da mulher com o próprio corpo, já que tonifica os músculos, principalmente aqueles entre a panturrilha e a coxa, deixando as pernas mais definidas e atraentes.
A panturrilha (ou batata da perna) é uma das primeiras regiões afetadas pela atividade, ficando mais torneada. A corrida ainda contribui para o endurecimento dos glúteos, quando praticada junto à ginástica.
Postura corporalÉ preciso manter boa postura para que a corrida melhore o condicionamento físico e não atrapalhe o desempenho do corredor. Com a prática prolongada, o hábito se torna usual no dia a dia, trazendo benefícios de longo prazo. Por isso, quem pratica a corrida sofre menos de dores nas costas. “Na prática, o corredor aprende a manter a cabeça erguida, os ombros relaxados e os braços descontraídos”, ensina Carlos.
Libido em altaApós meia hora de corrida, as mulheres aumentam a produção de testosterona, hormônio que desperta sensação de desejo, melhora a função sexual e traz autoconfiança. Ao fortalecer músculos dos quadris, quem corre também suporta maiores cargas físicas durante o sexo, o que gera maior satisfação e autoestima. “A mulher se sente mais disposta e atraente devido à liberação de serotonina, que aguça o prazer de modo geral, fazendo com que ela se veja de outra forma”, explica Dra. Luciana Menezes, psicóloga da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (SPRGS).
Mais autoconfianteApós semanas de uma rotina atlética, a mulher ativa mantém um volume de hormônios do bem-estar acima da média no cérebro, presenciando períodos mais extensos de bom humor e conforto. Dra. Luciana diz que o exemplo mais positivo da corrida é que ela permite contato com o limite e a superação. “Mulheres atletas levam este exemplo para sua vida profissional. Superam desafios do trabalho com a mesma fibra que batem metas da corrida.”
História de felicidade

