sexta-feira, 17 de março de 2017
Qual o principal erro de quem treina para provas longas?
domingo, 6 de março de 2016
Chegou a hora de mudar a sua saúde
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![]() Olá meus amigos fitlaborianos, Esta mais que na hora de mudar! Hoje começa o segundo semestre! O que você já fez pela sua saúde? Muitos de vocês eu sei, estão na FIT LABORE, ou treinando em alguma academia ou com algum professor amigo. Show!!! Isso é muito bom! Mas uma grande parcela não faz nada! Vou te contar alguns segredos: Dados recentes da OMS ( Organização Mundial da Saúde) indicam que nos países emergentes como o Brasil, o índice de obesidade e sobrepeso cresceu mais de 100% nos últimos 10 anos. Dados do Ministério da Saúde nos diz que mais da metade da população esta com sobrepeso no país. Dados do INCA ( Instituto Nacional do Câncer) relata que por hora, 23 pessoas morrem no Brasil em decorrência do cigarro. A Sociedade Brasileira de Cardiologia relata que um brasileiro morre a cada 2 minutos por doenças relacionadas ao coração e sedentarismo. Muitas pessoas não estão nem ai, até surgir algum problema! Mesmo assim, com o aumento do acesso a informação sobre como ser saudável ou como buscar uma vida mais saudável a conta do desajuste só esta aumentando. Sabe o que esta faltando? Nós precisamos nos apaixonar mais pela luta e não apenas pela vitória. Se você não quer sofrer de nenhum desses maus que citei acima, você tem que superar as dificuldades comuns do dia a dia. Se você quer ter uma melhor saúde, você precisa achar um tempo para você se cuidar. Acorde mais cedo! Evite comer besteiras! Parar de inventar desculpas ou saídas! Não tem dinheiro, vá na Esalq, Rua do Porto, Prefeitura com seus programas sociais de exercicio. Tem dinheiro? Escolha uma academia, um grupo de corrida e caminhada (Que tal a FIT LABORE), uma aula de dança, o escambau, mas mexa-se mais para poder viver mais! É natural do ser humano buscar os atalhos para chegar ao final com menos sofrimento e força. Posso te dizer uma coisa? Você tem que saber que as dificuldades tem o objetivo de preparar as pessoas comuns para destinos extraordinários. Tenho vários alunos e conheço muita gente que mudou radicalmente sua vida para melhor, mesmo sem nunca saberem que eram capazes disso e muitos com menos tempo do que quando eram solteiros, sem filhos ou estudante. Simplesmente começaram. Este mi mi mi de não ter tempo é desculpa! Quando trabalhava na Coca-Cola muitos não tinham tempo para o exercício, mas quando tinha uma promoção e tinham que arranjar tempo para uma Pós Graduação, de onde surgia o tempo? Você precisa se apaixonar pela mudança, pelos dias de dificuldade, pelos minutos e segundos de dúvidas e incertezas que vão infernizar o seu caminho, mas que vai moldar e formar o seu caráter. As dificuldades passadas na mudança da sua saúde, serão transferidas para a sua vida. Em todos estes meus anos de experiência, rezar, achar que cada um tem o seu destino e procurar razões para evitar uma atividade física não levaram a pessoa a viver mais ou ser mais saudável. O que eu vi foram pessoas que se redescobriram, que decidiram viver mais e melhor, longe de doenças e problemas relacionadas a inatividade física e má alimentação. Chegamos ao segundo semestre! Faltam seis meses para um novo ano. Pare de procurar achar a “cura” ou “pílula” para a sua saúde. A saúde esta nas coisas mais simples! Procure orientação, faça um check up. Busque suas razões para começar! Marcus Valle em sua música “Um novo tempo” nos diz” Hojé é um novo dia, de um novo tempo, que começou...”. Até a próxima! Ah...se precisar de uma ajuda, entre em contato comigo...me envie um email rogercbarros@yahoo.com.br ou se preferir do modo antigo me ligue 993444935. Até a próxima! Comprometido com o seu sucesso! Prof. Esp. Rogério Cardoso CREF:91020 G/SP |
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Lipoaspiração serve? Será que funciona?

Um ano depois da cirurgia mulheres recuperam quase toda a gordura retirada.
Aumento da gordura visceral é o mais comum.
Fonte: Época.com
A secretária executiva Patrícia Simões é daquelas mulheres que nunca estão satisfeitas com seu corpo. Aos 18 anos, achando-se gorda após uma temporada juntando dólares nos Estados Unidos, resolveu investir as economias na mesa de cirurgia. Fez lipoaspiração no abdome, na cintura, nas costas e na parte interna das coxas. Mas não mexeu um centímetro na rotina. Continuou sedentária (por causa de um problema no joelho esquerdo) e ativa nas baladas e rodadas de cerveja com os amigos da faculdade. Cerca de um ano depois, apesar da barriga tábua e da cintura fina, tinha novas camadas de gordura nos braços e na parte posterior das coxas. Aos 22 anos, fez uma nova lipoaspiração para extrair os novos excessos. Hoje, com 34 anos, malhadora e bem mais cuidadosa com a alimentação, Patrícia diz que ainda se indispõe com suas gordurinhas extras, que nunca se distribuíram da forma como estavam antes da primeira lipoaspiração. “Engordo menos onde já mexi. Meus braços ficam mais gordos quando meu peso aumenta”, diz.
Histórias de “engorda pós-lipo” como a de Patrícia são comuns nos consultórios médicos. Agora, a ciência está começando a explicá-las. Segundo um estudo inédito realizado por pesquisadores da Universidade do Colorado, a lipoaspiração não consegue livrar definitivamente o corpo feminino da gordura localizada, pois ela sempre dá um jeito de reaparecer. Embora não da mesma forma. O estudo saiu na revista científica Obesity, do grupo da publicação britânica Nature.
Para demonstrar sua tese, os pesquisadores selecionaram 32 mulheres com idade entre 18 e 50 anos, saudáveis, não sedentárias e um pouco acima do peso, interessadas em fazer uma lipoaspiração. Elas poderiam retirar no máximo 5 litros de gordura. Dessas 32 mulheres, 14 passaram pelo procedimento, retirando gorduras subcutâneas da parte baixa da barriga, das coxas e dos quadris. As demais não fizeram nenhum procedimento emagrecedor. Formaram um grupo de controle, usado pelos pesquisadores para comparar com as que fizeram lipoaspiração. Todas foram orientadas a não alterar o estilo de vida. Elas relatavam estar com o peso estável por pelo menos três meses e manter uma dieta frugal de 1.700 calorias, em média. Por isso, era de esperar que seu peso se mantivesse inalterado nos meses seguintes. Exames sofisticados como ressonância magnética foram realizados em três momentos para monitorar as alterações no peso e na composição corporal de todas as mulheres: após seis semanas, seis meses e ao final de um ano.
O resultado foi que, um ano depois, as mulheres que haviam feito a lipoaspiração tinham recuperado quase toda a gordura retirada. O efeito estético adquirido logo após a cirurgia (classificado como “fabuloso” pelos pesquisadores) tinha sido preservado nas coxas e nos quadris. Mas a gordura tinha voltado, preferencialmente na barriga. Além disso, a gordura visceral, aquela que fica entre os órgãos, também apresentou tendência de aumento maior nas mulheres que fizeram lipoaspiração do que no grupo de controle. Essa gordura é mais comum nos homens. É mais perigosa para a saúde e não é removida na lipoaspiração.
Os pesquisadores não sabem explicar por que a gordura aumentou em outros lugares após a lipoaspiração. Segundo uma teoria tradicional, quando os tecidos do corpo são retirados debaixo da pele, novas células de gordura (chamadas de adiposas) ficariam impedidas de se formar ali. Isso levaria o excesso de gordura a ser estocado em células adiposas disponíveis em outros lugares do corpo. Mas, nesse estudo, a lipoaspiração removeu células do abdome, e um ano depois havia gordura acumulada novamente ali. “Com base nos dados desse artigo, não podemos deduzir qual mecanismo levou à recuperação da gordura”, afirma Teri Hernandez, uma das autoras do estudo. Mas arrisca uma hipótese. Segundo Teri, a gordura é importante para estocar energia e regular o equilíbrio energético do corpo. “É possível que o cérebro cuide de manter o que ele considera um nível adequado de gordura corporal para o organismo”, diz.
O pequeno número de mulheres avaliadas dificulta conclusões mais assertivas. Teri diz que seria muito difícil conseguir um número maior de participantes para um estudo dessas características, feito dentro de um hospital. Mas afirma que sua pesquisa foi a primeira a demonstrar os padrões de redistribuição do tecido adiposo após uma lipoaspiração em mulheres. Até então, estudos semelhantes haviam sido feitos apenas com animais.

Segundo a endocrinologista Cíntia Cercato, de São Paulo, a principal contribuição do estudo é mostrar que a remoção de tecido gorduroso mais inofensivo, como o das coxas, resultou no aumento da gordura perigosa, do abdome e das vísceras. Para Rosana Radominski, também endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, porém, o estudo não permite grandes conclusões. Ela acredita que o próprio estilo de vida das mulheres pode ter contribuído para o aumento nos depósitos de gordura. O médico Carlos Alberto Komatsu, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, afirma que a lipoaspiração não livra ninguém de engordar de novo se a alimentação e a atividade física não estiverem adequadas. “A cirurgia serve para motivar a mudança de hábitos e para tornar a silhueta mais proporcional”, diz Komatsu. “Quem faz uma reeducação alimentar tem resultados mais duradouros.”
Se o estudo é suficiente para dissuadir mulheres carnudas da ideia de fazer uma lipoaspiração, a conclusão mais provável é que não. Ao saber dos resultados do estudo, as mulheres do grupo de controle, que não fizeram a lipoaspiração, continuaram querendo a sua.
sábado, 30 de abril de 2011
Corrida x TPM? Exercicio x TPM?

Olá a todos e todas,
Bom hoje vou falar sobre uma coisa que aflige muito as mulheres e que foi uma pergunta elaborada pela amiga patrícia através do twitter, se o exercício ajuda a amenizar a cólica na TPM ou menstruação? Sempre que quiser, envie uma pergunta para @rogercbar ou siga as minhas dicas sobre atividade física!
Invariavelmente, boa parte das meninas, inclusive minha esposa, sofrem dos sintomas que a TPM acarreta como cólicas,dores de cabeça, flutuações de humor, crises de choro, fadiga, abstinência sexual, ansiedade entre outros fatores que são de ordem emocional e fisiológica.Em vários estudos os sintomas da TPM são confundidos até com os sintomas da depressão.
O mais importante é que além de combater diversas coisas, o exercício auxilia na diminuição dos sintomas da TPM. O que se deve ter o cuidado é somente com a intensidade do treino, que deve ser de leve a moderado, nunca devendo ser realizado de forma intensa,pois desta forma pode-se até agravar mais os sintomas.
Mas o que acontece com o corpo para que ocorra esta melhora!? Muitos estudos mostram que a atividade física mexe com o sistema endócrino, e através da atividade física, produz as chamadas e conhecidas “endorfinas”, que ajudam na “regulação” da dor. Através disso, o exercício produz estas endorfinas levando a mulheres a terem uma maior sensação de bem estar , felicidade e tranqüilidade, combatendo assim os sintomas da TPM.
Uma corrida leve, uma caminhada, uma aula de yoga ou dança, são ótimos exercícios para o combate aos sintomas “maléficos” da TPM para as mulheres. Uma coisa é certa, não se deve fugir do exercício, pois mesmo com todos os sintomas a flor da pele, a pratica do exercício melhora e muito a sua disposição para as suas atividades da vida diária! Faça isso! Mexa-se mais, Viva Mais!
terça-feira, 5 de abril de 2011
O que faz o “colesterol bom” ser tão bom?

Fonte: discoverybrasil.com
O colesterol bom pode proteger as pessoas de doenças cardiovasculares, e pesquisadores da Universidade de Cincinnati acreditam ter descoberto a razão.
O trabalho, publicado no períodico Nature Structural & Molecular Biology, descreve em detalhes uma análise de lipoproteínas de alta densidade (HDLs) em nível molecular.
Diferentemente do HDL, as proteínas de baixa densidade (LDL), mais conhecidas como “colesterol ruim”, podem revestir as paredes das artérias e endurecê-las. Ao longo do tempo, esse endurecimento pode aumentar o risco de doenças do coração e infartos, segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Já o HDL transporta gorduras para o fígado e outras partes do corpo para que possam ser eliminadas, combatendo o colesterol ruim na corrente sanguínea.
Ao estudar o HDL isolado em plasma sanguíneo, os cientistas descobriram que uma proteína específica do “colesterol bom” –a apolipoproteína A-I– provavelmente é responsável por seus benefícios à saúde. Essa proteína ocupa a maior parte da superfície do HDL e pode influenciar na interação da lipoproteína com outras moléculas.
A equipe também descobriu que a estrutura do HDL se dobra e se adapta ao absorver mais gordura. As descobertas ampliam a compreensão dos cientistas sobre o colesterol e podem levar ao desenvolvimento de drogas que aumentem o HDL para combater os efeitos negativos do colesterol ruim no corpo.
Evidentemente, as pessoas podem aumentar o colesterol bom ao perder peso, praticar exercícios, não fumar e consumir gorduras mais saudáveis, medidas também aconselhadas para reduzir o LDL, segundo a Clínica Mayo.
Em geral, os médicos recomendam que pessoas acima dos 20 anos façam exames a cada cinco anos para verificar o perfil de lipoproteínas e monitorar os níveis de colesterol – tanto o bom como o ruim.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Indice de Adopisidade Corporal: Substitui o IMC?

Fonte: folha.com
O Índice de Massa Corporal (IMC), usado para medir o grau de magreza ou obesidade de uma pessoa, foi criado em 1832 pelo matemático e astrônomo belga Lambert Adolphe Jacques Quetelet (1796-1874) sendo adotado em 1972 pela Organização Mundial de Saúde como um método simples de medir a obesidade. Saber sobre a obesidade de população é importante em termos de saúde pública. Pois trata-se de fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e câncer.
Devido a falhas encontradas no processo de medida do IMC, como o fato de não levar em consideração o sexo ou a massa muscular de cada individuo (mulheres têm mais gorduras; e músculos pesam mais que gorduras) e também não ser adequado para menores de 18 anos, oito pesquisadores liberados por Richard Bergman, da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, criaram um novo método, chamado de Índice de Adiposidade Corporal (IAC). O IAC usa uma equação e apenas duas medidas, a circunferência do quadril e a altura da pessoa, para chegar à porcentagem de gordura no corpo.
Bergman e os colegas testaram várias equações para checar qual corresponderia melhor à realidade. Eles tinham a porcentagem de gordura no corpo de duas populações estudadas antes, uma de 1.733 americanos descendentes de mexicanos, outra de 223 afro-americanos. A gordura tinha sido medida por uma técnica de raio-X, a DXA (sigla em inglês para Absorciometria de Raios-x de Dupla Energia).
A fórmula conseguiu prever com precisão a gordura corporal nos casos acima de 20%, nos casos de gordura de 25% a 30%, a precisão foi total, tendo 0% de erro na estimativa. Apenas nos casos de adiposidade abaixo de 10% a equação não foi precisa, indicando um erro de 17,4% a mais de gordura.

