quinta-feira, 2 de junho de 2011

Envelhecer bem!


Como vivem as pessoas que ultrapassaram a barreira dos 60 anos de forma produtiva e com qualidade de vida, usufruindo das opções de lazer e consumo
Por: Débora Rubin e Paula Rocha




NA PISTA
O consultor Carlos Coradi, 73 anos: judô, Harley-Davidson, 12 horas
de trabalho diárias e seis filhos (a caçula com 8 anos)

A clássica imagem do velhinho de pijama, em frente à tevê, cuja maior audácia é sair de casa para jogar dominó com os amigos do bairro, está com os dias contados. Um novo padrão de envelhecimento está em curso. Conhecido como “envelhecimento ativo”, ele nem de longe lembra a resignação com que os idosos do passado se aposentavam do trabalho e da vida social. Saudáveis, dispostos a continuar em atividade por mais tempo e, graças aos bons ventos da economia, com dinheiro no bolso, muitos brasileiros que romperam a barreira dos 60 anos provam que é possível dialogar com a passagem do tempo harmoniosamente. “Negar o envelhecimento é negar a própria vida”, afirma a geriatra Andrea Prates, coordenadora executiva do Centro Internacional de Informação para o Envelhecimento Saudável (Cies), criado em 1999 para divulgar a promoção da saúde na terceira idade. Em 2050, 30% da população brasileira terá mais de 60 anos – hoje eles somam apenas 5,8%. Diante dessa estatística, o Brasil começa a entrar no padrão europeu e americano no que diz respeito à terceira idade: oferece opções de lazer e consumo compatíveis e de alta qualidade, (re)abre portas – e cria novas possibilidades – no mercado de trabalho e acena com simpatia para as relações que se formam depois dos netos nascidos.


BEM-ESTAR
A empresária Lígia Azevedo, 70 anos: exercício físico,
disciplina alimentar, vida social e roupas dos tempos de jovem


As empresas descobriram esse filão, um verdadeiro tesouro de mercado. Na tevê, uma propaganda de telefonia celular sinaliza os ventos de mudança. No filme, a avó conversa animada com o namorado ao telefone, sob o olhar e os comentários desaprovadores do neto adolescente, que comemora o fato de o pretendente morar em outra cidade. Quando o idoso bate à porta, em visita à amada, o menino ensaia uma cena de ciúme. Mas logo surge uma neta coquete. E o casal maduro ganha o aval do garoto instantaneamente. “Há riqueza na longevidade”, destaca Jorge Félix, autor do livro “Viver Muito” (Editora Leya). Segundo a psicóloga Camila Piza, consultora da Mandalah, empresa de inovação sediada em São Paulo, com braços em Nova York, Cidade do México e Tóquio, a iniciativa privada deve ficar atenta às oportunidades geradas pelo envelhecimento da população. “Afinal, as tendências não estão mais ligadas à idade”, afirma. Os fabricantes se apressam para aprender a ler as necessidades e os desejos dessa faixa etária. Nos Estados Unidos, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) criou, no final dos anos 1990, o AgeLab, um laboratório de estudos sobre a longevidade cuja função é desenvolver ferramentas que orientem a indústria na feitura de produtos seniores. “A maioria dos idosos não gosta das coisas que hoje são feitas para eles”, atesta o diretor do AgeLab, Joseph F. Coughlin.

O turismo do Brasil já passou dessa fase e sabe direitinho como agradar aos clientes maduros. Com engrenagem e serviços de Primeiro Mundo, o setor oferece opções para todos os gostos – até para aqueles que não querem excursões só com a terceira idade. Apenas através do programa Viaja Mais Melhor Idade, do Ministério do Turismo, entre 2007 e 2010 mais de 600 mil pacotes foram vendidos a idosos. O mercado de trabalho é outro importante sinal de transformação. Com uma carência cada vez maior de profissionais especializados, como na área de engenharia, cujo boom nas universidades foi na década de 1970, os mais experientes estão valorizados e muitas vezes são chamados de volta ao mercado, em ebulição com a efervescência da construção civil nacional. Em suma, o paradigma de que quem chegou aos 40 ficou velho, definitivamente, caiu em desuso.




NA ESTRADA
O cantor Sérgio Reis, 70 anos: 16 shows por mês,
bom humor e tecnologia a serviço do sexo


Segundo pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida no País, que alcançava 41,5 anos sete décadas atrás, ­atualmente ultrapassa os 73 anos. E mudanças de comportamento são fundamentais para o aumento da longevidade, atestam os especialistas. Em um estudo realizado pela Enfoque Pesquisas com brasileiros acima de 55 anos, foram detectados três grandes grupos nessa faixa etária – os idosos convencionais cujo papel social ainda é cuidar dos netos; os que se recusam a aceitar a idade que têm e continuam se comportando como jovens; e os celebrators, os que aceitam com sabedoria a chegada da nova fase, usando a experiência de vida para se manterem ativos, cuidando do vigor físico e da saúde mental. “Os chamados boomers, aqueles nascidos entre 1946 e 1964, estão inaugurando esse estilo de vida”, explica Zilda Knoploch, presidente da Enfoque.

O arquiteto Antonio Ferro Corullon, 61 anos, é um legítimo celebrator. Ele acaba de inaugurar a terceira fase de sua vida, mas não consegue se reconhecer no papel de um senhor da terceira idade. Faz caratê – arte marcial que pratica há 43 anos – três vezes por semana e gasta a sola de sapato todas as noites numa escola de dança paulistana. “Melhor que dança, só sexo”, garante. E a vida sexual vai bem, obrigado. Corullon foi casado duas vezes, tem seis filhos e está namorando uma mulher dez anos mais nova. Não fuma, bebe cerveja eventualmente e joga futebol com seu grupo de amigos todo fim de semana. “Não senti o baque de fazer 60, confesso que ainda me sinto com a energia dos 18”, diz. O arquiteto é um exemplo para quem tem entre 30 e 40 anos por ter investido em pelo menos três coisas fundamentais ao longo da vida: saúde, vida social e segurança financeira. “Aos 40 anos, me planejei para que, aos 60, eu não tivesse mais de acordar para trabalhar, mas sim acordar para viver”, revela. Deu certo. No ano passado ele deixou o emprego fixo no qual entrava às 7h30. Agora, dita o próprio ritmo profissional.


NO RITMO
O arquiteto Antônio Corullon, 61 anos: aposentadoria
planejada e tempo para dança de salão e namoro prazeroso


Corullon seguiu na prática, mesmo sem saber, o mantra repisado pelos especialistas em envelhecimento ativo quando perguntados sobre como construir um futuro tranquilo e prazeroso. O segredo, garantem, é planejar a velhice a partir de hoje. Não importa qual idade se tenha. Foi o que fez o empresário paulistano Jorge Nahas, 31 anos. Ele já programou o dia em que não acordará mais com a obrigação de ganhar dinheiro – e isso deve acontecer antes dos 50 anos. Quando tinha 15, seus pais fizeram sua previdência privada. Aos 20, passou a investir em ações e, hoje, também tem imóveis. Poupar para o futuro não é sua única preocupação. Nahas frequenta a academia todos os dias, faz corrida de aventura, namora, viaja com os amigos e cortou o excesso de doce e carne vermelha de seu dia a dia. Estresse é uma palavra vetada de seu vocabulário. “Não sei como as pessoas querem envelhecer se entupindo de açúcar, estressadas e sem tempo para nada. Quero minha vida boa hoje e amanhã”, diz Nahas, que, como Antônio, celebra o presente, sem descuidar do futuro.

Dentro do projeto de vida saudável na terceira idade está inclusa a atividade profissional, mesmo depois da aposentadoria. “Em 30 anos, teremos horários mais flexíveis, muita gente trabalhando em casa e cada vez mais autônomos prestando serviço para empresas de diversos setores”, acredita o consultor de carreira Cristian Stassun. “São cenários que favorecem os que já estão há muito tempo no mercado e querem reduzir suas jornadas sem partir para a aposentadoria.” O mercado também está tendo de absorver os mais velhos por uma questão matemática, pois há mais gente sênior e qualificada na praça e menos jovens desse quilate disponíveis. “Os dados mostram que aquela história de quem perde emprego aos 50 não arranja nunca mais está mudando”, diz Ana Amélia Camarano, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e especialista em envelhecimento. De acordo com o Ministério do Trabalho, em 2010, o número de assalariados com mais de 65 anos cresceu 12%, o dobro da média. Segundo Stassun, deve crescer também o número de brasileiros que irão migrar de carreira após os 50 ou trocar a profissão por um hobby remunerado. “Também veremos um boom de empreendedores seniores.” As áreas mais promissoras para a terceira idade, segundo Matilde Berna, diretora de transição de carreira da Right Management, são engenharia, TI, telecomunicações, direito e área acadêmica. “Eles podem atuar como consultores, prestadores de serviços terceirizados ou firmarem contrato formal por tempo limitado, para reestruturar a área de uma empresa, por exemplo”, diz.



SUOR
A pesquisadora Lúcia de Souza, 46 anos, pretende
envelhecer na pista. “Admiro as senhoras de mais de 70 do meu grupo de corrida”


Saulo Lerner, 62 anos, é um exemplo dessa virada já em curso. Aos 50, ele percebeu que não estava mais feliz com a carreira de executivo de uma multinacional. Pediu demissão e ficou sete meses sem trabalhar. “Nesse período, voltei a correr, cuidei da minha alimentação, li muito, retomei antigos contatos e revi meus projetos de vida”, conta. “Percebi que queria algo que me trouxesse mais satisfação pessoal”, diz o atual consultor de executivos. O gaúcho Marcelus Vieira, 45 anos, despertou para isso antes de chegar aos 50 anos. Sócio de uma loja de roupas em Ijuí (RS), ao lado da esposa, Suzana, ele pavimentou seu novo caminho profissional com um curso de chef de cozinha e seu prazer por comida, vinhos e viagens. Em 2007, reuniu 12 amigos e alugou uma casa na Toscana, Itália, com o objetivo de ensiná-los a cozinhar. A aventura virou coisa séria e foi batizada de Al Mondo, uma agência de turismo que leva grupos para experiências gastronômicas em diversos lugares do mundo. Daqui a 30 anos, Marcelus se imagina tocando a agência, mas com uma pequena diferença. “Quem sabe até lá eu compre uma casa na Toscana.”

Em uma pesquisa feita pelo site Minha Vida a pedido da ISTOÉ, 65,7% dos sete mil entrevistados disseram que querem continuar no batente depois de se aposentarem. “Pretendo continuar andando de moto e trabalhando até morrer”, sentencia Carlos Coradi, 73 anos. Quem vê o consultor financeiro passar com sua Harley-Davidson pelas ruas de Campinas, no interior de São Paulo, não duvida de sua afirmação. Pai de seis filhos (a caçula tem apenas oito anos), Coradi mantém uma rotina de fazer inveja a muitos jovens. Faixa-preta no judô, ele pratica esportes diariamente, trabalha mais de 12 horas diárias e desde adolescente mantém a paixão pela velocidade. Todo domingo, ele e os amigos do grupo de motociclistas “Anciãos ao Vento”, com integrantes entre 60 e 75 anos, se reúnem em viagens sobre duas rodas. Como se vê, é preciso saúde para gozar as benesses da “melhor idade”. E isso significa, entre outras coisas, postergar ao máximo o aparecimento de doenças crônicas como diabetes, doenças circulatórias e hipertensão, entre outras. A empresária Lígia Azevedo vai completar 70 anos neste ano. Considerada nos anos 80 a “Jane Fonda brasileira”, ela é um exemplo de quem está conseguindo se manter afastada desses males. Dona de um spa em Búzios, Lígia caminha diariamente durante 50 minutos, faz hidroginástica, terapia corporal, não come fritura e evita carne vermelha. A rotina à base de arroz integral, frango e salada, no entanto, não a exclui da vida social. “Amo brincar com meus netos, mas, se eu tiver uma festa, não vou deixar de ir”, diz a empresária, que viaja bastante em função de suas palestras sobre qualidade de vida. O corpinho enxuto e bem trabalhado faz com que ela ainda vista roupas de até 40 anos atrás. “Só uso roupa justa, nada do que é ‘apropriado’ para a minha idade”, conta a acriana radicada no Rio, lembrando que a indústria da moda é uma das que mais ignoram sua faixa etária.


FOCO
Jorge Nahas (acima), 31,
faz previdência privada desde os 15: “Quero minha vida boa hoje e amanhã”.
Saulo Lerner, 62 anos (abaixo), mudou de profissão já maduro para
aumentar sua satisfação pessoal.




Lúcia Inês Macedo de Souza, 46 anos, segue a trilha de Lígia. Sua paixão pela corrida aconteceu ao acaso, quando ela já tinha mais de 30. “Queria prestar um concurso da Polícia Federal e tinha uma prova de aptidão física. Fiquei preocupada porque não tinha esse preparo”, diz. O concurso foi abandonado. O esporte, no entanto, tomou conta da sua vida assim que ela fez a primeira prova de rua. “A corrida me dá uma sensação de poder, sinto que tenho mais resistência e disciplina”, afirma Lúcia, que engatou alguns namoros por causa dos treinos. “Quero correr até quando for possível. Admiro as senhoras de mais de 70 anos do meu grupo.”

Até quem já está no time dos que convivem com doenças crônicas pode, e deve, ter uma vida saudável. O cantor sertanejo Sérgio Reis, 70 anos, já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), é diabético e fez uma angioplastia recentemente. Não se resignou. Além de tomar todos os seus remédios religiosamente e fazer check-up a cada seis meses, se mantém na ativa, fazendo o que mais gosta, cantar. São 16 shows por mês. Para descansar, o artista passa uns dias em um spa ao lado da mulher, Ângela Márcia, com quem se casou aos 66 anos. Seus outros elixires da juventude são o bom humor – “tristeza não entra no meu coração” – e o sexo. “Não posso tomar estimulantes sexuais porque sou cardíaco, então optei por uma bomba peniana”, revela. “Foram os US$ 10 mil mais bem gastos na minha vida, funciona que é uma beleza!”

A revolução sexual da nova terceira idade, proporcionada pelo avanço da medicina e pela maior capacidade física dessa faixa etária, permitiu que os relacionamentos florescessem entre os sessentões e setentões. Eleita a mais bela idosa de São Paulo em 2011, a ex-segurança Maria Conceição Liberato, 68 anos, colhe hoje os frutos de um amor iniciado em 2008 nos bailes dominicais do clube Elite Itaquerense, em Itaquera, zona leste de São Paulo. Aos 65, ela conheceu José Ademir, 14 anos mais jovem. “Foi amor à primeira vista”, derrete-se Conceição. Um ano depois, a atual aposentada realizaria o maior sonho de sua vida, casar de papel passado. “Ficar sozinha é muito triste. Já estava separada havia sete anos quando conheci o Ademir. Hoje ao lado dele me sinto mais realizada do que nunca”, conta.
A maior longevidade das próximas gerações trará grandes desafios no que diz respeito ao amor. Segundo o observador de tendências Adjiedj Bakas, um surinamês que mora na Holanda, o cenário futuro é de muito mais experimentação e, em decorrência disso, mais divórcios e novos casamentos, que serão cada vez mais curtos. Apesar da quantidade de encontros, com uma forcinha extra da internet e das novas tecnologias, a solidão será um tema de peso nas próximas décadas. “Acredito que as pessoas se casarão assinando contratos por tempo limitado, de dez anos, por exemplo, como carteira de motorista e passaporte”, diz Bakas. “Só renovarão se estiverem satisfeitos com a relação, do contrário, se separarão automaticamente.”

Lígia, 69 anos, a dona do spa, teve dois casamentos e hoje, pela primeira vez, sente-se livre para namorar um rapaz mais novo. O consultor Saulo Lerner, 62, está casado pela segunda vez e forma o que os especialistas chamam de família mosaico – juntou os filhos do primeiro casamento dele com os da união anterior dela. E considera-se avô dos netos da esposa. O arquiteto Corullon, 61 anos, desfruta o frescor dos namoros na terceira idade. Sinais irreversíveis dos novos tempos, tais como as marcas em um rosto maduro.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mudança no estilo de vida!



Olá a todos,

Conheci através do twitter uma pessoa que virou uma amiga @paty_andriotti .Começou a seguir minhas dicas através do @rogercbar e ao conversar sempre com ela, percebi o quanto nas suas palavras a atividade física mudou sua vida. Fiquei curioso em saber como isso ocorreu e abaixo segue o relato dela! Antes de tudo, parabéns pela mudança para melhor na sua vida e espero que com isso possa ajudar mais pessoas a mudar para melhor o estilo de vida! Show!

Por Patricia Andriotti @paty_andriotti

Estava insatisfeita com meu corpo, não gostava do que refletia no espelho, mas sempre adiava minha mudança, estava sem motivação. Atingi a marca de 75kg para 1.60 de altura.

No final de julho vi a matéria na Revista Sou Mais eu com a Rosângela Barbieri, ela emagreceu mais de 30kg com reeducação alimentar e corrida, fiquei surpresa em saber que ela era do Rio Grande do Sul.




Fiquei animada, comecei a caminhar na esteira todos os dias, depois na rua, e em pouco tempo uma amiga me chamou para iniciar os primeiros passos na corrida. Então comecei a treinar com meu marido que já corria e também eliminou 14 Kg.

Adorei, com muito esforço, determinação comecei devagar os primeiros passos.

Tive que organizar minha alimentação, não deixei de comer nada, cortei pela metade as porções ingeridas por dia.

Uma coisa que não fazia era tomar água, passei a tomar muita água, e isso fez e faz muita diferença, desinchei e logo senti os efeitos na balança.

Passei a ler e seguir as dicas do blog da Rosângela http://www.romassoterapeuta.com/ e do Rogério http://www.fitlabore.com.br dicas muito valiosas que acrescentei em meu dia a dia.

Hoje com 55kg estou satisfeita com meu corpo, melhorei minha auto estima, estou feliz e realizada. Conheci a Rosângela pessoalmente e corremos juntas em Porto Alegre.

Agora estou participando dos circuitos de corrida e adorando, e não deixo de treinar.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Caminhada é a forma mais econômica de prática regular de atividade física


Fonte: MeuArtigo.BrasilEscola.com

Perda de peso, diminuição do stress e o favorecimento no ordenamento das idéias são alguns dos benefícios.

As pessoas que estão acostumadas com um tipo de vida sedentária relutam muito quando são orientadas para mudar seu modo de viver. Os motivos apresentados são os mais variados, vão desde o simples não gostar, a não ter tempo, ter dificuldades de locomoção por dores, cansaço, falta de companhia, etc.

A caminhada é a forma mais econômica de prática regular de atividade. Acho mais interessante do que o exercício em esteira, praticado em casa, que creio ser mais adequado para o inverno, quando o tempo nem sempre permite atividade externa.

Os benefícios da caminhada são vários, pois auxilia na perda de peso, melhora a respiração, a postura, o condicionamento físico em geral, aumenta a massa muscular, melhora a auto-estima, diminui o stress e uma coisa muito importante: favorece o ordenamento das idéias. Por isso, digo que é bom caminhar sozinha, no ritmo próprio, e não no ritmo de outra pessoa. É uma oportunidade única para pensar no que sentimos, no que queremos, no que deve ou não ser feito. É uma hora de reflexão. Por isso muitas pessoas relutam em caminhar, porque não querem pensar, não estão preparadas para enfrentar certas coisas.

Frequentemente, durante estes momentos, chego às conclusões que parecem óbvias, mas que antes não percebia.

Hoje esta atividade diária é uma fonte de prazer. Serve para me mostrar meus limites. Se não posso, por qualquer motivo, realizá-la sinto muita falta. Tornou-se um hábito, que agreguei a tantos outros. O prazer de poder realizar é maior que qualquer cansaço ou dor física, que possa sentir.

As afirmações obtidas no livro de A. Sharp me pareceram por demais interessantes a ponto de resolver partilha-las.

A autora discorre sobre os efeitos da endorfina no corpo, sendo a responsável pela sensação de paz, de segurança, euforia e tranqüilidade.

É a química responsável pela expansão da consciência. É um momento único de introspecção profunda, que dá a possibilidade de mergulhar no tempo, rever acontecimentos, fazendo com que o indivíduo tenha novas percepções e com isto possa repaginar a memória, neutralizando acontecimentos outrora destrutivos, substituindo-os por outros com peso positivo.

É uma forma de sempre extrair uma lição positiva de acontecimentos negativos.

É um momento de cuidar de si mesmo, de voltar-se para o interior.

Hôrmonios

Outro benefício advindo da liberação de endorfina é que ela atua como um fixador da memória. Segundo a autora se rememorarmos os acontecimentos de nossa vida, salientam-se aqueles que estivemos banhados de endorfina – os muito felizes- ou adrenalina - os muito infelizes.

Ela é liberada no organismo após vinte e cinco minutos de qualquer tipo de esforço físico, daí a atividade física ser tão recomendada para combater o estresse. Uma das vantagens da caminhada sobre outras atividades é a flexibilidade de horário, de acordo com o ritmo e o gosto pessoa, além da possibilidade de troca constante de percurso o que afasta a rotina.

A caminhada diária por, pelo menos, uma hora é uma grande ferramenta para a pessoa, através da repetição interna, neutralizar padrões de comportamento destrutivo.

O tempo despendido a si mesmo, a atenção, o esforço e a disciplina auxiliam o indivíduo na aquisição de novos padrões de comportamento, que colaborarão para proporcionar mais tranqüilidade, mais felicidade e paz, assumindo responsabilidade sobre sua vida, sobre sua saúde física e emocional que é decorrente das escolhas feitas no presente, visando eliminar focos prejudiciais do passado, não se apegando a eles e construindo um presente mais saudável, cujos frutos se traduzirão num futuro mais pleno , mais feliz.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Lipoaspiração serve? Será que funciona?



Um ano depois da cirurgia mulheres recuperam quase toda a gordura retirada.
Aumento da gordura visceral é o mais comum.


Fonte: Época.com

A secretária executiva Patrícia Simões é daquelas mulheres que nunca estão satisfeitas com seu corpo. Aos 18 anos, achando-se gorda após uma temporada juntando dólares nos Estados Unidos, resolveu investir as economias na mesa de cirurgia. Fez lipoaspiração no abdome, na cintura, nas costas e na parte interna das coxas. Mas não mexeu um centímetro na rotina. Continuou sedentária (por causa de um problema no joelho esquerdo) e ativa nas baladas e rodadas de cerveja com os amigos da faculdade. Cerca de um ano depois, apesar da barriga tábua e da cintura fina, tinha novas camadas de gordura nos braços e na parte posterior das coxas. Aos 22 anos, fez uma nova lipoaspiração para extrair os novos excessos. Hoje, com 34 anos, malhadora e bem mais cuidadosa com a alimentação, Patrícia diz que ainda se indispõe com suas gordurinhas extras, que nunca se distribuíram da forma como estavam antes da primeira lipoaspiração. “Engordo menos onde já mexi. Meus braços ficam mais gordos quando meu peso aumenta”, diz.

Histórias de “engorda pós-lipo” como a de Patrícia são comuns nos consultórios médicos. Agora, a ciência está começando a explicá-las. Segundo um estudo inédito realizado por pesquisadores da Universidade do Colorado, a lipoaspiração não consegue livrar definitivamente o corpo feminino da gordura localizada, pois ela sempre dá um jeito de reaparecer. Embora não da mesma forma. O estudo saiu na revista científica Obesity, do grupo da publicação britânica Nature.

Para demonstrar sua tese, os pesquisadores selecionaram 32 mulheres com idade entre 18 e 50 anos, saudáveis, não sedentárias e um pouco acima do peso, interessadas em fazer uma lipoaspiração. Elas poderiam retirar no máximo 5 litros de gordura. Dessas 32 mulheres, 14 passaram pelo procedimento, retirando gorduras subcutâneas da parte baixa da barriga, das coxas e dos quadris. As demais não fizeram nenhum procedimento emagrecedor. Formaram um grupo de controle, usado pelos pesquisadores para comparar com as que fizeram lipoaspiração. Todas foram orientadas a não alterar o estilo de vida. Elas relatavam estar com o peso estável por pelo menos três meses e manter uma dieta frugal de 1.700 calorias, em média. Por isso, era de esperar que seu peso se mantivesse inalterado nos meses seguintes. Exames sofisticados como ressonância magnética foram realizados em três momentos para monitorar as alterações no peso e na composição corporal de todas as mulheres: após seis semanas, seis meses e ao final de um ano.

O resultado foi que, um ano depois, as mulheres que haviam feito a lipoaspiração tinham recuperado quase toda a gordura retirada. O efeito estético adquirido logo após a cirurgia (classificado como “fabuloso” pelos pesquisadores) tinha sido preservado nas coxas e nos quadris. Mas a gordura tinha voltado, preferencialmente na barriga. Além disso, a gordura visceral, aquela que fica entre os órgãos, também apresentou tendência de aumento maior nas mulheres que fizeram lipoaspiração do que no grupo de controle. Essa gordura é mais comum nos homens. É mais perigosa para a saúde e não é removida na lipoaspiração.



Os pesquisadores não sabem explicar por que a gordura aumentou em outros lugares após a lipoaspiração. Segundo uma teoria tradicional, quando os tecidos do corpo são retirados debaixo da pele, novas células de gordura (chamadas de adiposas) ficariam impedidas de se formar ali. Isso levaria o excesso de gordura a ser estocado em células adiposas disponíveis em outros lugares do corpo. Mas, nesse estudo, a lipoaspiração removeu células do abdome, e um ano depois havia gordura acumulada novamente ali. “Com base nos dados desse artigo, não podemos deduzir qual mecanismo levou à recuperação da gordura”, afirma Teri Hernandez, uma das autoras do estudo. Mas arrisca uma hipótese. Segundo Teri, a gordura é importante para estocar energia e regular o equilíbrio energético do corpo. “É possível que o cérebro cuide de manter o que ele considera um nível adequado de gordura corporal para o organismo”, diz.

O pequeno número de mulheres avaliadas dificulta conclusões mais assertivas. Teri diz que seria muito difícil conseguir um número maior de participantes para um estudo dessas características, feito dentro de um hospital. Mas afirma que sua pesquisa foi a primeira a demonstrar os padrões de redistribuição do tecido adiposo após uma lipoaspiração em mulheres. Até então, estudos semelhantes haviam sido feitos apenas com animais.



Segundo a endocrinologista Cíntia Cercato, de São Paulo, a principal contribuição do estudo é mostrar que a remoção de tecido gorduroso mais inofensivo, como o das coxas, resultou no aumento da gordura perigosa, do abdome e das vísceras. Para Rosana Radominski, também endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, porém, o estudo não permite grandes conclusões. Ela acredita que o próprio estilo de vida das mulheres pode ter contribuído para o aumento nos depósitos de gordura. O médico Carlos Alberto Komatsu, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, afirma que a lipoaspiração não livra ninguém de engordar de novo se a alimentação e a atividade física não estiverem adequadas. “A cirurgia serve para motivar a mudança de hábitos e para tornar a silhueta mais proporcional”, diz Komatsu. “Quem faz uma reeducação alimentar tem resultados mais duradouros.”

Se o estudo é suficiente para dissuadir mulheres carnudas da ideia de fazer uma lipoaspiração, a conclusão mais provável é que não. Ao saber dos resultados do estudo, as mulheres do grupo de controle, que não fizeram a lipoaspiração, continuaram querendo a sua.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O poder do Treinamento Funcional!




Olá a todos!
Nos últimos tempos, a mais ou menos de uns 2 anos para cá, uma nova febre esta surgindo no campo do treinamento físico. O Treinamento funcional! Quem não sabe o que é, pelo menos já deve ter ouvido falar!

O Treinamento funcional é um treinamento físico para a melhora da aptidão física relacionada a sua saúde, tendo como ponto principal a prevenção de lesões do corpo. Ou seja, mantém a pessoa mais apta e treinada ao trabalho esportivo, e ao mesmo tempo, trabalha-se o corpo de forma que ele possa realizar as atividades especificas do esporte ou atividades especificas no dia a dia tornando os movimentos do corpo, conscientes e dinâmicos.

Como treinador, eu sou um adepto deste tipo de treinamento. Acredito que os benefícios são enormes para a grande maioria das pessoas. Por estar trabalhando com movimentos fundamentais como agachar, giro, trabalho do abdomem entre outros, é uma ótima forma de trabalho para o corpo sem precisar de muitos aparelhos. Para a corrida por exemplo, existem estudos que indicam que o treinamento funcional é melhor do que o treinamento "convencional" por maquinas para a melhora da performance e a prevenção de lesões.

Acredito ainda que nos próximos anos, haverá uma "morte" dos aparelhos de musculação e um maior uso dos aparelhos funcionais! Isso é uma tendência, e virá a tona rapidinho!

Caso você faça algum tipo de treinamento de força na sua academia, peça que o professor coloque exercícios voltados para a especificidade do seu treino. Se você nada, se você pedala, existem muitos exercícios funcionais que com certeza melhoraram sua performance no esporte.

Nos usamos esta metodologia, e caso precise se alguma coisa, entre em contato conosco!

Abraços e tenha uma ótima semana! Até a próxima!

sábado, 30 de abril de 2011

Corrida x TPM? Exercicio x TPM?



Olá a todos e todas,

Bom hoje vou falar sobre uma coisa que aflige muito as mulheres e que foi uma pergunta elaborada pela amiga patrícia através do twitter, se o exercício ajuda a amenizar a cólica na TPM ou menstruação? Sempre que quiser, envie uma pergunta para @rogercbar ou siga as minhas dicas sobre atividade física!

Invariavelmente, boa parte das meninas, inclusive minha esposa, sofrem dos sintomas que a TPM acarreta como cólicas,dores de cabeça, flutuações de humor, crises de choro, fadiga, abstinência sexual, ansiedade entre outros fatores que são de ordem emocional e fisiológica.Em vários estudos os sintomas da TPM são confundidos até com os sintomas da depressão.

O mais importante é que além de combater diversas coisas, o exercício auxilia na diminuição dos sintomas da TPM. O que se deve ter o cuidado é somente com a intensidade do treino, que deve ser de leve a moderado, nunca devendo ser realizado de forma intensa,pois desta forma pode-se até agravar mais os sintomas.

Mas o que acontece com o corpo para que ocorra esta melhora!? Muitos estudos mostram que a atividade física mexe com o sistema endócrino, e através da atividade física, produz as chamadas e conhecidas “endorfinas”, que ajudam na “regulação” da dor. Através disso, o exercício produz estas endorfinas levando a mulheres a terem uma maior sensação de bem estar , felicidade e tranqüilidade, combatendo assim os sintomas da TPM.

Uma corrida leve, uma caminhada, uma aula de yoga ou dança, são ótimos exercícios para o combate aos sintomas “maléficos” da TPM para as mulheres. Uma coisa é certa, não se deve fugir do exercício, pois mesmo com todos os sintomas a flor da pele, a pratica do exercício melhora e muito a sua disposição para as suas atividades da vida diária! Faça isso! Mexa-se mais, Viva Mais!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Qual a roupa ideal para praticar exercícios físicos?



Fonte:http://queromemexer.com.br/mexa-se-sempre/qual-a-roupa-ideal-para-praticar-exercicios-fisicos/

Faça da sua roupa de treino uma forte aliada do seu bom desempenho nas pistas

Para sair com o(a) namorado(a), passear com as(os) amigas(os) ou ir trabalhar, a preocupação com o look é voltada para a elegância e a beleza, mas nem sempre para o conforto. Já na hora de escolher a roupa de treino, a adequação da roupa à atividade física e a comodidade são primordiais para uma boa performance.

A roupa escolhida pode auxiliar na melhor troca do calor do corpo gerado pelo exercício com o ambiente em que se está realizando a atividade física. “Se você usar uma roupa que não permita esta troca, o desempenho cairá por estar aquecendo o corpo acima do ideal”, alerta Rogério Cardoso de Barros, treinador de corrida e personal trainer de executivos desde 2002. O treinador avisa sobre o perigo da desidratação, que ocasionará um desempenho aquém do desejado.

Para garantir que a roupa escolhida não prejudicará seu treino, o indicado é escolher tecidos leves, de fácil respiração. Barros recomenda o uso de camisas 100% poliamida multicrepe, “um dos melhores tecidos para a prática da corrida por ser extremamente leve, de toque suave e que não retém muito o suor”, explica.

O também diretor executivo da Fit Labore Assessoria Esportiva dá as dicas para o treino em diferentes temperaturas:

Para os dias quentes: escolha roupas leves, sem costuras, de tecidos respiráveis; use bermudas ou shorts;

Para os dias frios: opte por tecidos mais grossos, mas que deixem o corpo mais firme, como o supplex, que é bem apropriado para os exercícios na academia e para aulas de ginástica; pode-se usar também bermudas e shorts, mas é fundamental um casaco corta-vento que é ideal para a prática da corrida e caminhada por ser respirável e resistente a chuva e ao vento.

Que dizer da escolha do tênis?

“É muito importante ver o tipo de pisada para a compra adequada do tênis, pois um tênis errado pode causar lesões e dores”, explica Barros. Com tantos modelos e tecnologias, o melhor é pedir que o vendedor faça um teste para verificar qual o seu tipo de pisada (neutra, supinada ou pronada) para que ele possa assim indicar o tênis mais adequado para você.

Entenda o seu tipo de pisada

Neutra: o peso é colocado primeiro sobre a lateral externa do calcanhar e, em seguida, sobre o dedão, de forma equilibrada;

Supinada: o peso do corpo é colocado principalmente na borda externa do pé;

Pronada: ocorre na situação contrária, a tendência é sobrecarregar a parte interna do pé, na “pisada para dentro”.



Quando se coloca o pé na rua, não há como saber qual clima esperar. Pode vir sol, depois chuva, muito vento, sol de novo… por isso é essencial estar prevenido. Os óculos de sol fazem parte dos acessórios imprescindíveis. “Eles protegem os olhos dos raios solares que podem ser nocivos à visão, por isso o ideal é que tenham proteção contra a radiação ultravioleta e que se encaixem perfeitamente no rosto, para não haver risco de cair durante a corrida”, alerta Rogério. A dica vale também para os bonés e viseiras, que protegem o rosto e diminuem a sensação de calor, o que ajudará a evitar a queda do rendimento no treino.

Outro acessório que pode fazer toda a diferença durante o treino é o porta-garrafa ou a mochila de hidratação. De acordo com o personal trainer, é indicado que se consuma de 300 a 400 ml de água a cada 15 minutos nas atividades físicas ao ar livre e esses acessórios permitirão a hidratação constante. Agora é com você. Aproveite as dicas e extraia o seu melhor usando a roupa mais adequada e os acessórios certos!

Fonte: Rogério Cardoso de Barros, treinador de corrida e personal trainer de executivos desde 2002, e diretor executivo da Fit Labore Assessoria Esportiva, de Piracicaba.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Bem-estar , exercício e emagrecimento!



Olá a todos, tudo bem?

O artigo de hoje estou falando do bem estar e do prazer do exercício físico. Estamos vivendo em um mundo que cada vez mais o bem estar esta em voga, e pessoas e médicos cada vez mais tratam de doenças ou de formas preventivas da doença através da atividade física.

Ao mesmo tempo em que vivemos um avanço tecnológico absurdo, isso também esta nos tornando cada vez mais sedentários, tendo o tempo escasso para a realização de alguma atividade física. O avanço tecnológico não esta evoluindo a ponto de nós tornamos mais saudáveis ou sadios. Será que algum dia algum aluno meu realizará o download do exercício que eu fiz no dia em 5 minutos e todas as alterações fisiológicas passaram pelo fio do computador? Acho que isso seria o sonho de todo o sedentário, e com certeza, se eu inventasse isso, ou o cara que inventar isso, certamente será milionário, não é mesmo?

Este avanço tecnológico esta gerando sedentarismo, e em reação em cadeia, uma epidemia de varias doenças no mundo relacionadas não só ao sedentarismo, mas a obesidade também! E ai que entra o papel do exercício físico como fator importante para uma boa manutenção da saúde e bem estar!

O bem-estar esta ligado a sensação de auto-estima, auto-aceitação, a sensação de viver uma vida com sentido, buscando um crescimento pessoal e espiritual, gerando relações positivas e autonomia para todas as coisas que você realiza na vida. Sabe quem pode te ajudar a ter todos estes benefícios acima? EXERCÍCIO






Muitas pessoas, quando entram em um programa de exercícios, buscam o "retorno" imediato do investimento. No entanto, muitas poucas pessoas se esquecem que ao iniciar um programa de exercícios, a primeira coisa que se atingi, eu costumo falar /, é o intangível ( melhora do sono, melhor disposição, facilidade nas atividades de vida diária entre outras) e depois o tangível, que é a redução do peso, diminuição do tamanho da calça entre outros também, mas estes, todos querem rapidamente.

Costumo falar para meus clientes e alunos que deve-se buscar o prazer em realizar o exercício, e a "idéia" de que o exercicio precisa ser intenso, ou que ele precisa "sofrer" para surtir efeito, ficou no século passado. O exercício pode, e deve ser prazeroso, ou ter prazer, como se fosse uma brincadeira de criança, que quando nos tornamos adultos, esquecemos muitas vezes disso, mas que podemos relembrar, pois o prazer gera felicidade, e quem não gosta de ser feliz?

O Bem estar esta inteiramente ligado a este prazer em realizar, prazer em fazer, prazer em conquistar e prazer em conseguir com seu próprio esforço. Na FIT LABORE, eu levo esta idéia a todo o momento para os meus alunos, pois tudo que fazemos com prazer, fazemos com vontade, e assim conseguimos conquistar objetivos de forma que não seja penoso e com isso, vir a se tornar um habito bom, feliz e que gere a satisfação de fazer parte da sua vida!

Até a próxima!

terça-feira, 5 de abril de 2011

O que faz o “colesterol bom” ser tão bom?



Fonte: discoverybrasil.com

O colesterol bom pode proteger as pessoas de doenças cardiovasculares, e pesquisadores da Universidade de Cincinnati acreditam ter descoberto a razão.

O trabalho, publicado no períodico Nature Structural & Molecular Biology, descreve em detalhes uma análise de lipoproteínas de alta densidade (HDLs) em nível molecular.

Diferentemente do HDL, as proteínas de baixa densidade (LDL), mais conhecidas como “colesterol ruim”, podem revestir as paredes das artérias e endurecê-las. Ao longo do tempo, esse endurecimento pode aumentar o risco de doenças do coração e infartos, segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Já o HDL transporta gorduras para o fígado e outras partes do corpo para que possam ser eliminadas, combatendo o colesterol ruim na corrente sanguínea.

Ao estudar o HDL isolado em plasma sanguíneo, os cientistas descobriram que uma proteína específica do “colesterol bom” –a apolipoproteína A-I– provavelmente é responsável por seus benefícios à saúde. Essa proteína ocupa a maior parte da superfície do HDL e pode influenciar na interação da lipoproteína com outras moléculas.

A equipe também descobriu que a estrutura do HDL se dobra e se adapta ao absorver mais gordura. As descobertas ampliam a compreensão dos cientistas sobre o colesterol e podem levar ao desenvolvimento de drogas que aumentem o HDL para combater os efeitos negativos do colesterol ruim no corpo.

Evidentemente, as pessoas podem aumentar o colesterol bom ao perder peso, praticar exercícios, não fumar e consumir gorduras mais saudáveis, medidas também aconselhadas para reduzir o LDL, segundo a Clínica Mayo.

Em geral, os médicos recomendam que pessoas acima dos 20 anos façam exames a cada cinco anos para verificar o perfil de lipoproteínas e monitorar os níveis de colesterol – tanto o bom como o ruim.

segunda-feira, 28 de março de 2011

A importância do exercicio e de uma boa nutrição para a saúde da criança




Extraido : www.drauziovarela.com.br
Alterado: Rogério Cardoso

No Brasil a obesidade infantil é uma doença de conseqüências graves que se instala em múltiplos órgãos. Excesso de gordura corpórea na infância é causa de diabetes, hipertensão, elevação dos níveis de colesterol e triglicérides, tendência à coagulação acelerada do sangue, alterações na parede interna dos vasos e maior produção de insulina que podem ocorrer com a criança quando chega na fase adulta.

A falta de atividade física da criança urbana de hoje é considerada pelos especialistas uma das principais causas da epidemia de obesidade infantil que se dissemina em diversos países, inclusive no nosso. Um trabalho realizado na Cidade do México mostrou que o risco de obesidade caiu 10% para cada hora de atividade física de intensidade moderada ou forte praticada diariamente pela criança. Estudo semelhante conduzido na Carolina do Sul chegou à mesma conclusão: crianças mais ativas são mais magras do que aquelas que se movimentam pouco e conseqüentemente, gastam menos com médicos,medicamentos e tornam-se mais ativas e melhoram o rendimento nos estudos. Não vale a pena pensar nisso para seus filhos?

A diminuição do número de calorias derivadas de gordura animal na dieta costuma ser compensada por um aumento significante do consumo de carboidratos pelas crianças: pães, doces, chocolates, refrigerantes, salgadinhos e batata frita passaram a ser ingeridos em quantidades sem precedentes na história da humanidade. E isso, facilita o aumento da adiposidade na criança, levando-a a ter mais propensão a doenças relacionadas a obesidade infantil.

Esses alimentos de alto índice glicêmico provocam súbitos aumentos pós-prandiais da concentração de moléculas de glicose na corrente sanguínea. Em resposta, o pâncreas secreta quantidades elevadas de insulina para quebrar essas moléculas e armazená-las sob a forma de glicogênio. Armazenadas, as moléculas de açúcar desaparecem da circulação, e o centro da fome é ativado novamente. Por isso devemos ter o cuidado de dar comidas de alto valor nutritivo para a criança como aveia, legumes, frutas, sementes e etc....

A prevenção à obesidade é de extrema importância para o desenvolvimento da criança. Chegar à vida adulta com excesso de gordura no corpo, além de aumentar o risco de várias doenças, dá início a uma batalha sem fim contra a balança. Uma afirmação de consenso dos National Institutes of Health, dos Estados Unidos, ilustra como pode ser inglória essa luta: "Adultos que participam de programas de emagrecimento podem esperar uma perda de apenas 10% do peso corpóreo, no máximo. Cerca de 50% dessa perda são repostos em um ano, e, virtualmente, todo o resto é recuperado em cinco anos".

Por este motivo, é fator importantíssimo o papel dos pais na saúde da criança. Uma criança acima do peso tende a se tornar obesa quando chegar a idade adulta. A alimentação facilita muito isso com a quantidade de gordura em quase todo os alimentos considerados “gostosos”. Cuide da saúde do seu filho! No futuro, ele irá te agradecer!