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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quantidade minima de exercicio para a longevidade




Tradução:google e corrigido por Rogério Cardoso
Fonte:The Lancet


Os benefícios de saúde de lazer atividade física são bem conhecidos, mas se você fizer menos exercício do que o recomendado, ou seja, 150 minutos por semana, não sabemos se pode trazer benefícios para a expectativa de vida e isso não é claro. Foram avaliados os benefícios de saúde de uma série de volumes de atividade física em uma população de Taiwan.

Neste estudo de corte prospectivo, 416 indivíduos ( 265 homens e 151 mulheres) participaram de um programa de triagem médica padrão em Taiwan entre 1996 e 2008.Com base a quantidade de exercício semanal indicou em um questionário auto-administrado, os participantes foram colocados em uma das cinco categorias de volumes de exercício: atividade inativo, ou de baixo, médio, alto ou muito alto. Foram calculadas as Zonas alvos (HR) para os riscos de mortalidade para cada grupo em comparação com o grupo de inativos, e expectativa de vida calculada para cada grupo.

Em comparação com indivíduos no grupo inativo, aqueles no grupo de atividade de baixo volume, que exerceu por um período médio de 92 min por semana ou 15 minutos por dia teve apenas 14 % de redução do risco de mortalidade por qualquer causa e tinha uma expectativa de vida três anos mais. Todos os 15 min de exercício diário para além da quantidade mínima de 15 min por dia reduziu ainda mais a mortalidade de 4% e todos os cânceres de mortalidade em 1% . Estes benefícios são aplicáveis ​​para todas as faixas etárias e ambos os sexos, e para aqueles com riscos de doenças cardiovasculares. Os indivíduos que eram inativos tiveram um 17% aumento do risco de mortalidade em comparação com indivíduos do grupo de baixo volume.

15 min de um dia ou 90 min uma semana de intensidade moderada exercício pode ser benéfico, mesmo para os indivíduos em risco de doença cardiovascular.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Estudos derrubam mitos mais comuns sobre a corrida

Fonte: Medplan.com.br


O que ajuda a reforçar tais mitos é o fato de as pessoas que correm serem mais magras, terem menos gordura corporal e possuir uma aparência diferente em relação a maioria

Os sedentários vão ter que arrumar outra desculpa. Correr não envelhece, garantem novos estudos sobre o tema. Pelo contrário, exercícios têm efeito positivo para o organismo. O corpo humano, dizem especialistas, não foi feito para ficar parado e a corrida traz energia, resistência, melhora o condicionamento cardíaco e imunológico. E ainda ajuda a emagrecer. Envelhecer é um processo inevitável. Ao respirar, geramos radicais livres, moléculas que oxidam as células do corpo. Durante a prática de exercícios, aumentamos a produção destas substâncias.

Estudos indicam, porém, que os esportes também garantem uma maior produção de defesas antioxidantes, que vão atuar no combate aos radicais. "Correr não acelera o envelhecimento, pelo contrário, ajuda a envelhecer bem", diz Mauro Vaisberg, do Hospital Samaritano de São Paulo, especialista em medicina esportiva.

Defensor de um treino leve, o médico condena o excesso: "O atleta que corre de maneira exagerada, várias maratonas em um ano, começa um processo de estresse oxidativo pelo esforço excessivo. O corpo acaba, então, não conseguindo tamponar estes radicais livres. As substâncias antioxidantes que o corpo produz e as que ingere acabam não sendo suficientes para compensar o desgaste", explica.

Coordenador da equipe Filhos do Vento, segundo lugar no Desafio Nike 600K, o professor Alexandre Lima é categórico: "Corrida não envelhece, não estraga a pele, não faz o peito murchar, não faz a bunda cair. Pessoas saudáveis, que treinam de forma orientada são beneficiadas pela corrida."

Para ele, o que ajuda a reforçar tais mitos é o fato de as pessoas que correm serem mais magras, terem menos gordura corporal e possuir uma aparência diferente em relação a maioria. Ele não vê problemas em executar exercícios de corrida mais intensos, mas é importante que o corredor tenha um treinador, um nutricionista, um médico.

Ele ressalta que o envelhecimento precoce pode acontecer em casos de atletas profissionais que tenham um treinamento muito intenso, que fiquem expostos ao ar livre, sofrendo a ação do sol e da poluição por muitos anos. Mas mesmo assim, para ele, há opções de filtros solares e roupas esportivas próprias. Ter uma alimentação saudável, comer pouca carne vermelha e muita verdura é fundamental.